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	<title>Arquivos Doenças neurológicas - Dra. Simone Amorim</title>
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	<description>Especialista em tratamentos com Toxina Botulínica na Neurologia.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Sep 2022 15:41:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Distonia: um desafio para médicos e pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2022 15:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distonia]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Série conhecer e tratar Distúrbios do Movimento (DM) Por que é importante falarmos da Distonia, que é um tipo de Distúrbio do Movimento Hipercinético? Por que, apesar dos avanços na Medicina e tratamentos cada vez mais assertivos, ela ainda é um quadro muito desafiador.  O diagnóstico em si não costuma ser difícil. Ao avaliar um  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: 400">Série conhecer e tratar Distúrbios do Movimento (DM)</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Por que é importante falarmos da Distonia, que é um tipo de Distúrbio do Movimento Hipercinético? Por que, apesar dos avanços na Medicina e tratamentos cada vez mais assertivos, ela ainda é um quadro muito desafiador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O diagnóstico em si não costuma ser difícil. Ao avaliar um paciente, um médico com olhar treinado facilmente irá identificar aquele movimento anormal como uma Distonia. Entretanto, o tratamento pode ser longo e necessitar do auxílio de terapêuticas combinadas para alcançar um bom resultado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A partir desse primeiro diagnóstico ou hipótese diagnóstica, é necessário uma investigação para classificar o quadro referente a alguns aspectos &#8211; as chamadas Classificações da Distonia. Continue lendo para entender. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Classificação da Distonia </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A Distonia pode ser classificada por distribuição corporal a partir dos aspectos: agudo ou crônico, se teve início na infância ou na fase adulta, se o aparecimento do sintoma foi súbito ou gradual, e se essa Distonia é focal, segmentar, multifocal ou generalizada. Veja: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Distonia focal: apenas uma parte do corpo é afetada.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Distonia multifocal: duas ou mais áreas não contíguas, ou seja, sem ligação, apresentam o sintoma.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Distonia segmentar: duas ou mais áreas contíguas, ou seja, com ligação, como mão, cotovelo e ombro, são atingidas. </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Distonia generalizada: ocorre quando o tronco e dois ou mais membros estão envolvidos, podendo ou não acometer membros inferiores.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Por ser um quadro que afeta consideravelmente a vida diária do paciente, causando dor e dificuldade ou até impossibilidade de realização de tarefas simples, a Distonia leva a um importante prejuízo de qualidade de vida, sendo a Depressão a comorbidade mais frequentemente associada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por isso o tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e psicólogos, visando o bem estar do paciente e proporcionando os melhores resultados possíveis. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Toxina Botulínica nos Distúrbios do Movimento Hipercinéticos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A Toxina Botulínica é uma toxina produzida por uma bactéria que, ao ser purificada em laboratório, apresenta propriedades terapêuticas. Com ela é possível tratar hipertonias, dores crônicas ou localizadas e secreções glandulares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Toxina Botulínica não é um tratamento novo na Neurologia, tendo seu início em meados dos anos 1970. Os primeiros estudos e testes clínicos, foram realizados pelo médico Alan Scott, oftalmologista, que buscava uma alternativa ao tratamento cirúrgico para estrabismo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Nos Distúrbios do Movimento Hipercinéticos, a Toxina age no corpo da seguinte maneira:</span></h3>
<ol>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">A toxina é aplicada no músculo e procura por nervos próximos.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">No nervo (placa mioneural) a Toxina Botulínica impede a liberação da acetilcolina (neurotransmissor), inibindo ou reduzindo a sinalização para a contração muscular. </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400">O procedimento é simples, realizado em consultório, e costuma ter como efeito colateral incômodo no momento da aplicação, que cessa logo em seguida. Crianças a partir de 2 anos podem ser submetidas às aplicações, e a duração média dos efeitos é de 4 meses.  </span></p>
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		<title>Classificação e Tipos de Distúrbios do Movimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 21:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Série conhecer e tratar Distúrbios do Movimento (DM) Distúrbios do Movimento são sintomas neurológicos que causam alterações de movimento. Geralmente, somos capazes de realizar uma grande gama de atividades como caminhar, sentar, escrever… todas elas comandadas pelo cérebro de forma voluntária e/ou automática e coordenada.  Entretanto, para o paciente que sofre de algum distúrbio do  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: 400">Série conhecer e tratar Distúrbios do Movimento (DM)</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Distúrbios do Movimento são sintomas neurológicos que causam alterações de movimento. Geralmente, somos capazes de realizar uma grande gama de atividades como caminhar, sentar, escrever… todas elas comandadas pelo cérebro de forma voluntária e/ou automática e coordenada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto, para o paciente que sofre de algum distúrbio do movimento, essa movimentação considerada “simples”, pode se tornar um desafio. Antes de mais nada, devo reforçar que os Distúrbios do Movimento provocam movimentação </span><b>involuntária</b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para entender melhor o que são os Distúrbios do Movimento, leia o primeiro texto da série “Conhecer e tratar Distúrbios do Movimento”, “<a href="https://drasimoneamorim.com.br/o-que-sao-disturbios-do-movimento/">Afinal, o que são Distúrbios do Movimento?</a>”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No post de hoje, vou aprofundar nos tipos de Distúrbio do Movimento. Os quadros são divididos em dois grandes grupos: os de caráter hipercinético &#8211; quando há tônus muscular em demasia- ou os hipocinéticos &#8211; quando há uma redução do tônus muscular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Continue lendo para entender melhor! </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Distúrbios do Movimento Hipercinéticos e Hipocinéticos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Como eu já disse, os Distúrbios do Movimento podem ser divididos entre hipocinéticos e hipercinéticos. Em síntese, cinético se refere ao movimento, relativo à energia. Hiper significa muito e Hipo, pouco. Portanto, hipocinético significa com pouco movimento e hipercinético, muito movimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dentre os distúrbios hipocinéticos, a Doença de Parkinson é o exemplo mais típico, causando lentidão, dificuldade de iniciar e/ou de manter o movimento. Por outro lado, os distúrbios classificados como hipercinéticos se apresentam em maior número e frequência no consultório, em forma de Distonias, Coreias, Atetoses, Mioclonias e Ataxias, por exemplo. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Veja que alteração do movimento caracteriza por alguns dos Distúrbios do Movimento:</span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Distonia: movimentos de torção, podem acometer membros superiores e inferiores, tronco, região da cabeça e pescoço;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Coreia: caracterizada por movimentação ampla, principalmente de cintura escapular e membros superiores;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Atetose: movimentação de extremidades, com pequena amplitude;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Mioclonia: movimento de lançar abruptamente o corpo para trás, semelhante a um susto;</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Ataxia: caracterizada por uma incoordenação motora, andar descoordenado (lembrando o andar ebrioso). </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Para auxiliar no diagnóstico, primordialmente, grave a movimentação e leve ao neurologista! Médicos com olhar treinado em Distúrbios do Movimento conseguirão levantar mais facilmente hipóteses diagnósticas baseados na visualização das imagens.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Como são os tratamentos para Distúrbios do Movimento?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Os tratamentos para Distúrbios do Movimento envolvem o uso de medicação oral e terapias motoras. Além disso, existe a possibilidade de aplicação de Toxina Botulínica, que provoca relaxamento dos músculos e potencializa os efeitos das outras terapias. Para casos mais refratários, também é possível utilizar procedimentos neurocirúrgicos, como por exemplo o DBS &#8211; Deep Brain Stimulation. Este último principalmente nos casos de Doença de Parkinson, tremor, distonias generalizadas ou focais refratárias aos tratamentos propostos anteriormente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para início do tratamento, é claro, é importante que seja realizada uma história clínica de qualidade, com investigação das possíveis causas daquele distúrbio, doenças associadas, consideração dos efeitos colaterais da medicação e realidade do paciente. Geralmente, o que alcança melhores resultados é uma associação dessas terapias, com acompanhamento contínuo da pessoa em tratamento e sua família.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400">Atenção: não inicie ou descontinue o uso de medicações para Distúrbios do Movimento de forma abrupta. Isso pode provocar piora em algumas situações e tornar difícil restabelecer a condição anterior do paciente.</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Distúrbios do Movimento tem cura?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O futuro ideal que almejamos é um futuro onde existirão soluções para todas as doenças. Os Distúrbios do Movimento costumam não ter cura, mas tratamentos bastante eficazes, com possibilidades que começam na reabilitação motora por equipe multidisciplinar, uso de medicação oral, aplicações de Toxina Botulínica e chegam às intervenções neurocirúrgicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ser diagnosticado com um Distúrbio do Movimento não deve ser uma sentença de isolamento e privação. Com as terapêuticas certas, é possível reconquistar qualidade de vida apesar da doença. Converse com o seu Neurologista, pergunte por opções e exija os melhores tratamentos disponíveis.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Afinal, o que são os Distúrbios do Movimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 17:14:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Série conhecer e tratar Distúrbios do Movimento (DM) Você já ouviu falar em Distúrbios do Movimento? Eles são, como o nome diz, relacionados à alterações da movimentação de uma pessoa. O ser humano tem uma estrutura de comandos entre cérebro e membros que o permite realizar atividades do dia a dia como caminhar, sentar-se, escrever,  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: 400">Série conhecer e tratar Distúrbios do Movimento (DM)</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Você já ouviu falar em Distúrbios do Movimento? Eles são, como o nome diz, relacionados à alterações da movimentação de uma pessoa. O ser humano tem uma estrutura de comandos entre cérebro e membros que o permite realizar atividades do dia a dia como caminhar, sentar-se, escrever, mastigar. Os Distúrbios do Movimento são caracterizados por movimentações diferentes do esperado, seja por excesso ou por falta de tônus muscular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os Distúrbios do Movimento são considerados sintomas neurológicos, e, apesar de ocasionalmente aparecerem de forma isolada, geralmente estão ligados a outras doenças. Por exemplo, é comum que crianças com Paralisia Cerebral desenvolvam Distonia. Entretanto, também existem casos como a Doença de Parkinson, considerada um Distúrbio do Movimento, que causa tremores, lentidão nos movimentos, rigidez muscular e desequilíbrio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como você pode imaginar pela descrição acima, esses quadros são bastante desafiadores para os pacientes e para os médicos. Mas, com os avanços da Medicina e cada dia novas possibilidades terapêuticas, é possível tratar e garantir a qualidade de vida de quem convive com algum Distúrbio do Movimento e outras doenças neurológicas. Continue lendo o post para se aprofundar no assunto. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>O que são os Distúrbios do Movimento?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Distúrbios do Movimento são qualquer movimentação anormal involuntária e podem acometer crianças e adultos. Os quadros são divididos em dois grandes grupos: os de caráter hipercinético &#8211; quando há tônus muscular em demasia &#8211; ou os hipocinéticos &#8211; quando há pouco tônus muscular</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Esses distúrbios são causados por algum nível de comprometimento do Sistema Nervoso Central que acarretou na alteração do movimento. A Medicina ainda não conseguiu definir sua causa exata, por isso, os tratamentos costumam ser sintomáticos, ou seja, com foco no sintoma, na tentativa de controlar e melhorar essa movimentação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lembrando que os Distúrbios do Movimento provocam movimentação </span><b>involuntária</b><span style="font-weight: 400">. Mesmo se o paciente tentar realizar o movimento considerado correto, ele não vai conseguir executá-lo. É uma das características que diferencia os Distúrbios do Movimento de outros quadros como Tiques Nervosos ou Tourette.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Diagnóstico e Tratamento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O diagnóstico de Distúrbios do Movimento requer alguns cuidados do médico, visto que podem ser confundidos com outros quadros. A minha recomendação aos pais ou familiares, é gravar a movimentação no momento em que ela acontece, e apresentar o material ao médico que avaliará a situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Já o tratamento para esses quadros costumam ser sintomáticos, ou seja, agindo diretamente no sintoma que é o movimento anormal. Pode-se usar como terapias no tratamento de Distúrbios do Movimento: medicações orais, neuromodulação, fisioterapia e aplicações de Toxina Botulínica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Entretanto, o assunto merece mais atenção. Por isso, entrarei em detalhes sobre ele em um próximo post. Continue me acompanhando! Até a próxima!</span></p>
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		<title>Tik Tok Tiques e mais &#8211; Atualizações do Congresso Panamericano de Parkinson e Distúrbios do Movimento, Miami, 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 16:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este ano, ainda protegidos por máscaras e prevenidos com as vacinas, médicos de diversos lugares do globo se reuniram para discutir estudos, descobertas e problemáticas sobre a Doença de Parkinson e Distúrbios do Movimento.  O 4° Congresso Panamericano de Parkinson e Distúrbios do Movimento aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de maio, em Miami,  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Este ano, ainda protegidos por máscaras e prevenidos com as vacinas, médicos de diversos lugares do globo se reuniram para discutir estudos, descobertas e problemáticas sobre a Doença de Parkinson e Distúrbios do Movimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O 4° Congresso Panamericano de Parkinson e Distúrbios do Movimento aconteceu nos dias 26, 27 e 28 de maio, em Miami, nos Estados Unidos da América. Tive a oportunidade de estar presente no evento ao lado da médica neurologista Paula Azevedo, especialista em Parkinson e Distúrbios do Movimento, que tenho muita alegria de ter no corpo clínico da Clínica Vita. Vivenciamos trocas importantes que com certeza serão trazidos para a realidade dos nossos pacientes no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Você pode estar se perguntando, mas Dra. Simone, qual a relação entre a Doença de Parkinson e os Distúrbios do Movimento? Distúrbios do Movimento, geralmente, são sintomas que podem ou não ser indicadores de um quadro mais complexo. A Doença de Parkinson, no entanto, é considerada a doença mais prevalente que cursa com Distúrbios do Movimentos, pois causa tremores, lentificação nos movimentos, distonia, rigidez muscular e desequilíbrio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante todo o congresso muito foi falado sobre o tema da Pandemia de COVID19, afinal, foram muitos prejuízos para áreas como saúde mental e doenças neurodegenerativas. Mas também trouxeram esperança de um novo e melhor mundo à frente, principalmente com a descoberta rápida das vacinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As vacinas contra a COVID19 também foram um tópico recorrente durante o congresso, reforçando sua eficácia no controle da disseminação do vírus e, consequentemente, no controle da pandemia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Inclusive, para aqueles que ainda não se vacinaram por qualquer que seja o motivo, procure o Centro de Saúde mais próximo. Se vacinar é sua responsabilidade como cidadão, sobretudo para aqueles que convivem com pacientes crônicos, pois esses são de maior risco para infecção pelo SARs Cov 2.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Agora que já contextualizei o cenário, vamos conversar sobre os tópicos que considerei mais relevantes do congresso?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>TikTok Tiques </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Parece até trava língua, mas é um quadro neurológico: grande destaque no Congresso Panamericano de Parkinson e Distúrbios do Movimento, foram os chamados Tik Tok Tiques. O quadro é um tipo de tique funcional, causado por estresse e exposição excessiva às redes sociais no período de isolamento imposto pela pandemia do COVID19. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais frequente em meninas, os tiques se caracterizam por movimentos repetitivos de olhos, cabeça e ombros, podendo causar também momentos de automutilação e coprolalia &#8211; o ato de falar descontroladamente, com palavras desconexas e adicionando xingamentos no meio da frase. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os TikTok tiques podem ser inicialmente confundidos com a Síndrome de Tourette, que também provoca tiques. Entretanto, existem algumas diferenças nos sintomas e no histórico do jovem que podem indicar a causa dos tiques. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Síndrome de Tourette X TikTok tiques</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A Síndrome de Tourette é uma síndrome que cursa com Distúrbios do Movimento que provoca movimentos involuntários como piscar repetidamente os olhos, encolher os ombros ou contrair os músculos da face, imitando caretas. Já os TikTok tiques são uma resposta funcional do corpo ao estresse devido à grande exposição às redes e cursa com tiques mais amplos, mais complexos e nem sempre estereotipados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Síndrome de Tourette é mais comum em meninos, e apresenta sintomas iniciais na infância, tendendo a melhorar na fase da adolescência e juventude. Os TikTok tiques surgem principalmente em meninas com ou sem antecedentes psiquiátricos na adolescência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não é que o TikTok seja ruim ou um grande vilão da história. As redes sociais não são a causa, mas o seu uso em demasia, sem supervisão, podem ser um fator estressor que cause gatilho para pacientes com ou sem comorbidades psiquiátricas prévias. O tratamento dos tiques advindos da exposição às redes sociais é muito mais desafiador, uma vez que envolve os ganhos secundários inerentes a uma rede social. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por isso, chamo atenção de pais, professores e cuidadores, para qualquer movimento anormal em crianças e adolescentes. Quanto antes descoberto e diagnosticado, mais efetivo será o tratamento. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Doença de Parkinson e os prejuízos do isolamento social</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Além do destaque para o assunto de redes sociais e isolamento, também foi abordado no congresso os prejuízos que a pandemia trouxe, principalmente para pacientes com doenças neurodegenerativas como a Doença de Parkinson. A dificuldade de realizar as terapias necessárias, aumento dos sintomas depressivos e ansiosos e a solidão de pessoas com doenças crônicas nesse período foram amplamente discutidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das palestras do último dia de congresso pontuou a importância de retirar os pacientes do isolamento o mais rápido possível. Reconstruir uma rede de apoio, social, e garantir que esses pacientes realmente consigam se relacionar e se comunicar. Estar em sociedade não basta, ele precisa se sentir parte dela, proporcionar um acolhimento e inclusão, tanto de crianças com doenças neurológicas, quanto idosos com Doença de Parkinson e/ou outros quadros. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Avanços em DBS &#8211; Estimulação Cerebral Profunda</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A Neuromodulação invasiva tem ganhado espaço na neurologia. O que antes era impensável como cirurgias em crianças, tem se tornado cada dia mais frequente. Em algumas doenças genéticas que cursam com Distúrbios do Movimento, a intervenção cirúrgica é a mais eficaz e tratamento de escolha para garantir melhora na qualidade de vida do paciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante o congresso foi discutido o futuro do DBS &#8211; Estimulação Cerebral Profunda. Nos dias de hoje, ele é implantado, e depois, programado pelo médico responsável. É um processo quase manual, que necessita de visitas ao médico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje já podemos visualizar, em um futuro não tão distante, a existência de um eletrodo que realize a estimulação de forma auto programável, sem tanta interferência médica no processo de programação. Aguardemos as novidades!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Sequelas motoras da COVID19</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Outro assunto bastante citado, foram as sequelas neurológicas pós COVID19 ou as síndromes pós-covid, que ainda precisam ser amplamente estudadas. Pessoas sem nenhum diagnóstico prévio apresentaram sintomas pós infecção como cefaleia, acidente vascular cerebral, trombose venosa, impactos cognitivos, sintomas neuropsiquiátricos e alguns Distúrbios do Movimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O que precisamos agora é retomar o convívio social, aos poucos, com responsabilidade, e criar novas rotinas de exercício físico, conhecer novas pessoas, viver novas experiências e ir ao encontro com uma nova realidade pós-covid. </span></p>
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		<title>O que é distonia cervical?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Dec 2021 16:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distonia]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[distonia cervical]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio neurológico]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[neuromodulação para distonia]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica para distonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A distonia é um distúrbio do movimento em que ocorre uma alteração do tônus muscular. A principal característica dela são os movimentos involuntários, descoordenados e exagerados de algumas regiões do corpo, sendo a distonia cervical uma delas. A distonia cervical está inserida no contexto dos tipos de distonias focais, ou seja, que a atinge somente  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>distonia</strong> é um distúrbio do movimento em que ocorre uma alteração do tônus muscular. A principal característica dela são os movimentos involuntários, descoordenados e exagerados de algumas regiões do corpo, sendo a <strong>distonia cervical</strong> uma delas.</p>
<p>A distonia cervical está inserida no contexto dos tipos de distonias focais, ou seja, que a atinge somente um membro &#8211; uma das mãos, ou um dos braços, ou uma das pernas e assim por diante. Como a própria nomenclatura remete, a <strong>distonia cervical afeta a região da cabeça e/ou pescoço</strong>.</p>
<h2><strong>Características da distonia cervical</strong></h2>
<p>Este distúrbio neurológico cursa com movimentos anormais e repetitivos de torção da cabeça e/ou pescoço. Tais movimentos são tão intensos que pessoas sem distonia não conseguem reproduzi-los. Como consequência, a distonia cervical afeta diretamente a funcionalidade, capacidade de trabalho e qualidade de sono, além de alterar a postura, causando ao indivíduo a uma vida com dor e rigidez na região do pescoço e ombros.</p>
<p>Outro fator relevante a ser citado é que a distonia pode tanto se apresentar como a própria doença, como ser secundária à outra já existente.</p>
<h2><strong>Tratamentos para distonia cervical</strong></h2>
<p>Medicamentos especiais e sessões de <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>neuromodulação não-invasiva</strong></a> e invasiva são <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ltH-zteUC_w" target="_blank" rel="noopener"><strong>alternativas indicadas</strong></a> para amenizar os sintomas de contração muscular e a dor gerada por ela, sendo a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>toxina botulínica</strong></a> uma das indicações mais recomendadas quando falamos em distonia cervical. Para a aplicação dela, primeiro é necessário identificar quais músculos são afetados, guiando o alvo intramuscular por meio de eletroneuromiografia e/ou ultrassom.</p>
<p>Cerca de 80% dos pacientes apresentam melhora e alívio dos sintomas com doses adequadas e intervalos regulares com aplicações a cada 12 a 16 semanas. Como o tratamento deste distúrbio do movimento é multidisciplinar, a fisioterapia na região da cabeça e pescoço também beneficia o paciente e até neste aspecto a toxina é uma grande aliada para permitir a execução dos exercícios.</p>
<p>Alguns casos refratários aos tratamentos propostos com toxina botulínica e medicação oral – ou seja, que não respondem a estas alternativas -, podem ser encaminhados para procedimentos neurocirúrgicos, como a estimulação cerebral profunda (DBS – deep brain stimulation).</p>
<p>Todos estes <strong>tratamentos</strong> apresentam protocolos específicos a serem seguidos a fim de proporcionar qualidade de vida ao paciente, uma vez que ainda não foi descoberta a causa que viabilizaria a cura. Além dos desmembramentos físicos da doença, é comum a associação de comorbidades como depressão, ansiedade e distúrbios psiquiátricos, contribuindo para a piora na qualidade de vida do paciente com distonia cervical.</p>
<p>Ao longo da evolução da doença, geralmente o paciente desenvolve ou descobre um movimento que pode inibir os movimentos anormais e relaxar a contração muscular exagerada. É o que chamamos de truque sensorial:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Distonia cervical e truque sensorial" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/N5GEaL80Hls?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O diagnóstico da distonia cervical é clínico, baseado nas queixas e na observação prolongada do paciente, com avaliação de quais músculos da cabeça e/ou pescoço estão contraindo e levando o paciente àquela postura anormal.</p>
<p>Existem quatro movimentos primários anormais que podem estar envolvidos: torcicolo, laterocolo, retrocolo e anterocolo (veja a imagem abaixo), sendo torcicolo a postura anormal mais encontrada.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2218 " src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/distonia-cervical-movimentos.png" alt="" width="435" height="243" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/distonia-cervical-movimentos-200x112.png 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/distonia-cervical-movimentos-300x168.png 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/distonia-cervical-movimentos-320x180.png 320w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/distonia-cervical-movimentos.png 322w" sizes="(max-width: 435px) 100vw, 435px" /></p>
<h2><strong>Conheça outros tipos de distonia</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Distonia focal:</strong> Somente um membro é afetado. Por exemplo: uma das mãos, ou um dos braços, uma das pernas. A câimbra do escrivão é uma distonia focal.</li>
<li><strong>Distonia segmentar:</strong> Duas ou mais membros do corpo são afetadas. Por exemplo: um braço e uma perna; uma mão e a face.</li>
<li><strong>Distonia generalizada:</strong> Mais de duas regiões do corpo apresentam os movimentos exagerados e involuntários, como os dois braços e uma perna.</li>
<li><strong>Hemidistonia:</strong> Todo um lado do corpo passa a sofrer com o tônus muscular aumentado.</li>
</ul>
<p>Para a condução adequada do paciente com distonia é importante buscar pelo auxílio de um médico neurologista com experiência de atuação em distúrbios do movimento. Ele poderá avaliar qual é o tipo de distonia, quais músculos foram afetados pelo problema e quais são os melhores tratamentos para lidar com a sintomatologia de cada um.</p>
<p>&nbsp;</p>
<pre><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></pre>
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		<title>Para além da estética, o botox pode ser usado como uma medicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 00:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Distonia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Botox]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[enxaqueca crônica]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Recentemente, eu concedi entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo sobre o uso da toxina botulínica (popularmente conhecido por Botox - sua marca mais famosa) para fins teurapêuticos na neurologia. A matéria foi veiculada e replicada por diversos veículos. Neste link você pode ler a versão mais completa do conteúdo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2192 size-large" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1024x577.png" alt="Botox também pode ser usado como medicação" width="1024" height="577" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-200x113.png 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-300x169.png 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-400x225.png 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-600x338.png 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-768x433.png 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-800x451.png 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1024x577.png 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1200x676.png 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao-1536x866.png 1536w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/12/DraSimone-Estadao.png 1609w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recentemente, eu concedi entrevista ao jornal <a href="https://digital.estadao.com.br/article/282561611459226" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Estado de S. Paulo</strong></a> sobre o uso da toxina botulínica (popularmente conhecido por Botox &#8211; sua marca mais famosa) para fins teurapêuticos na neurologia. A matéria foi veiculada e replicada por diversos veículos. <a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/agencia-estado/2021/12/04/para-alem-da-estetica-o-botox-pode-ser-usado-como-uma-medicacao.htm" target="_blank" rel="noopener"><strong>Neste link</strong></a> você pode ler a versão mais completa do conteúdo.</p>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/para-alem-da-estetica-o-botox-pode-ser-usado-como-uma-medicacao/">Para além da estética, o botox pode ser usado como uma medicação</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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		<title>Entenda como funciona a neuromodulação pós-AVC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 14:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[derrame cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Neuromodulação]]></category>
		<category><![CDATA[neuromodulação pós-AVC]]></category>
		<category><![CDATA[pós-AVC]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o Ministério da Saúde, 13,5 milhões de pessoas no mundo têm um AVC. No Brasil, os registros alcançam 400 mil casos por ano. Assim como há casos que passam por isso sem sequelas, também existem os que precisam lidar com as consequências após a ocorrência do derrame. Para este segundo grupo, a neuromodulação pós-AVC  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ministério da Saúde</strong></a>, 13,5 milhões de pessoas no mundo têm um AVC. No Brasil, os registros alcançam 400 mil casos por ano. Assim como há casos que passam por isso sem sequelas, também existem os que precisam lidar com as consequências após a ocorrência do derrame. Para este segundo grupo, a <strong>neuromodulação pós-AVC</strong> tem sido um tratamento cada vez mais utilizado e com resultados bastante promissores junto a outras terapias complementares.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="AVC: Tipos, fatores de risco e primeiros sinais" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/uOYMtekR2vg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que é a neuromodulação</h2>
<p>Quando uma pessoa é acometida pelo AVC, diversas estruturas do cérebro são afetadas, impactando a sua funcionalidade e tudo o que dele depende, como raciocínio, fala, movimento, entre outros. É como se a cadeia de comando de nosso corpo sofresse uma pane em sua comunicação, afetando a direção e execução que se desmembra dela.</p>
<p>A depender do tipo e da gravidade do AVC, o nosso cérebro sempre é capaz de gerar novas conexões que permitem a recomposição parcial ou total de grande parte das perdas geradas pelo AVC. É o que chamamos de <a href="https://drasimoneamorim.com.br/como-acontece-a-neuroplasticidade-pos-avc/" target="_blank" rel="noopener"><strong>neuroplasticidade</strong></a>, em que os neurônios saudáveis buscam uma alternativa para “refazer” caminhos para que o nosso corpo volte a ter a capacidade de executar determinadas ações, como comer sozinho, segurar e mover objetos, falar corretamente, se vestir e caminhar.</p>
<p>Trata-se de um processo contínuo, cujo tempo irá depender de cada caso, mas que pode ser acelerado com a neuromodulação. Neste artigo, vou abordar o <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tipo não invasivo</strong></a> (Estimulação Eletromagnética Transcraniana – EMT) que tenho inserido no tratamento de meus pacientes.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Acidente Vascular Cerebral (AVC): A vida do paciente depois do derrame" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-FLU91CYNAo?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Neuromodulação no tratamento pós AVC</h2>
<p>Antes de tudo, sempre é importante destacar que o tratamento após um <a href="https://drasimoneamorim.com.br/5-fatos-sobre-avc-que-voce-ainda-nao-sabe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>acidente vascular cerebral</strong></a> nunca será composto por apenas uma especialidade, afinal, como já citado aqui, quando o cérebro é atingido, diversas funções são afetadas. Por isso, as equipes multidisciplinares costumam ser integradas por fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos e neurologistas e fisiatras, que auxiliam o paciente na reabilitação quanto à fala, alimentação, coordenação motora e movimentos gerais.</p>
<p>A neuromodulação contribui para a <strong>melhora do desempenho motor</strong> e também da <strong>dor</strong>, agindo essencialmente no estímulo cerebral para a recuperação das atividades dos neurônios.</p>
<p>Para a função da mobilidade, a neuromodulação visa recompor a força e reduzir a espasticidade dos membros. No âmbito doloroso, o procedimento vai agir de forma a aumentar a função das vias que costumavam bloquear a dor para que se reestabeleçam ou encontrem um novo meio de desempenhar a função.</p>
<h2>Neuromodulação não invasiva: como funciona e quando é indicada</h2>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-2172 alignleft" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-300x200.jpg" alt="" width="362" height="241" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-1536x1024.jpg 1536w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" />Este procedimento é realizado por meio de um equipamento de alta tecnologia, cuja ação se dá por meio de campos eletromagnéticos que agem na superfície craniana e que vão em busca de modular as conexões (sinapses) mais superficiais do cérebro. Esses campos eletromagnéticos, por sua vez, ativam ou inibem (dependendo do caso) as conexões mais profundas. Neste tratamento, o estímulo eletromagnético pode atingir até 4cm de profundidade.</p>
<p>Aqui no consultório, eu trabalho com a versão mais moderna do equipamento Magventure Magpro R20. As sessões duram, em média, 40 minutos e o paciente fica acomodado em uma cadeira confortável e conectado ao aparelho. Durante a neuromodulação não invasiva não há incômodos, apenas uma leve vibração devido à liberação das ondas eletromagnéticas. O número de sessões varia conforme cada caso e protocolo, sendo definido de acordo com critérios médicos, até porque este procedimento apresenta resultados temporários e cada organismo reage de forma singular.</p>
<p>Além de casos pós-AVC, a neuromodulação pode ser indicada para outras doenças neurológicas e distúrbios psiquiátricos, como depressão, dependência química, transtorno bipolar, distúrbios cognitivos, enxaqueca, epilepsia, doença de Parkinson, distonia, dores crônicas etc. (veja a lista completa <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>A mensagem que quero deixar é que existe mais de uma opção que visa melhorar a qualidade de vida do paciente que sofreu um AVC para que ele possa <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/avc-da-prevencao-a-reabilitacao/" target="_blank" rel="noopener">retomar</a></strong> o papel que exercia antes do evento da melhor maneira possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></span></p>
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		<item>
		<title>5 fatos sobre AVC que você ainda não sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus em pacientes neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[derrame cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[possíveis sequelas do AVC]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação depois de um AVC]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas do AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se vamos falar sobre Acidente Vascular Cerebral (AVC), é imprescindível relembrar que os sinais mais comuns costumam ser perda súbita de força e/ou formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um ou nos dois olhos; forte dor de cabeça. Há outras informações valiosas  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se vamos falar sobre <strong>Acidente Vascular Cerebral (AVC)</strong>, é imprescindível relembrar que os sinais mais comuns costumam ser perda súbita de força e/ou formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um ou nos dois olhos; forte dor de cabeça. Há outras informações valiosas que pouco são mencionadas, por isso trouxe neste texto. Vamos lá?</p>
<h2>1. Existe recuperação depois de um AVC</h2>
<p>Com o atendimento emergencial imediato, o neurologista pode analisar as possíveis sequelas, as funções acometidas e iniciar, também com brevidade e se for o caso, os tratamentos de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener">reabilitação</a></strong>.</p>
<p>As <a href="https://drasimoneamorim.com.br/avc-da-prevencao-a-reabilitacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>possíveis sequelas</strong></a> após a ocorrência de um acidente vascular cerebral podem ser motoras, neurológicas e emocionais, tais como:</p>
<ul>
<li>Depressão;</li>
<li>Desequilíbrio;</li>
<li>Dificuldade na localização espacial;</li>
<li>Dificuldade para falar, comer, engolir a própria saliva;</li>
<li>Espasticidade;</li>
<li>Impaciência;</li>
<li>Isolamento;</li>
<li>Paralisia facial;</li>
<li>Perda de memória (podendo ser definitiva ou não);</li>
<li>Problema para se expressar;</li>
<li>Redução de mobilidade;</li>
<li>Sensação de ardência no lado paralisado.</li>
</ul>
<p>Isso significa que, além do acompanhamento neurológico, precisará do suporte da fonoaudiologia, da terapia ocupacional e da fisioterapia para retomar as funções de fala, mastigação, coordenação motora e movimentação geral.</p>
<p>A <strong>espasticidade</strong>, que se apresenta com a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EEStXMe_PC8&amp;list=PL46LWjNZGOa0yyWOY4C1tXSivVmKjsxur" target="_blank" rel="noopener"><strong>rigidez muscular</strong></a> ou espasmos dos membros, tende a evoluir se não receber a atenção adequada e no tempo certo, tornando o paciente incapaz de realizar atividades simples &#8211; como tomar banho, escovar os dentes e comer.</p>
<p>Para esses casos, a fisioterapia tem a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/indicacoes-da-toxina-botulinica-nas-disfuncoes-neurologicas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>toxina botulínica tipo A</strong></a> como aliada. A medicação deve ser aplicada por neurologista ou fisiatra nos membros afetados de 4 em 4 meses a fim de promover o relaxamento muscular. Assim, aumentará o relaxamento muscular do membro e a mobilidade do indivíduo.</p>
<p>Além dos benefícios da recuperação da função, a terapia ainda reduz os quadros de dor provocados pela contratura constante dos membros. Seguindo corretamente os protocolos do tratamento, o paciente acometido pelo AVC pode recuperar mais rapidamente a sua autonomia, com a possibilidade de reintegração de suas atividades e da sua qualidade de vida.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Acidente Vascular Cerebral (AVC): A vida do paciente depois do derrame" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-FLU91CYNAo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>2. Existe mais de um tipo de AVC</h2>
<p>Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral acontece quando o sangue encontra dificuldade para chegar ao cérebro, interferindo na passagem de oxigênio e outros nutrientes. Sua ocorrência também está ligada ao rompimento de um vaso sanguíneo, que leva à hemorragia cerebral. O primeiro tipo é o que chamamos de AVC isquêmico, enquanto o segundo – como a própria denominação propõe -, é o AVC hemorrágico. O isquêmico é o mais comum, responsável por 80% dos casos. Já o hemorrágico, que acomete os 20% restantes, é o tipo mais perigoso de AVC devido ao maior risco de morte e sequelas severas à pessoa.</p>
<h2>3. É possível ter AVC mais de uma vez</h2>
<p>O paciente que teve um AVC apresenta de 25 a 30% mais chances de desenvolver um segundo evento. Para reduzir as possibilidades de nova ocorrência, tratar as causas iniciais e aderir hábitos saudáveis de vida são estratégias fundamentais.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="O paciente pode ter AVC (derrame cerebral) mais de uma vez?" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-WGG-FWSBkM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>4. Coronavírus pode aumentar a chance de um acidente vascular cerebral e piora das sequelas</h2>
<p>Apesar de estarmos convivendo com a covid-19 há mais de um ano e meio, ainda estamos assimilando como ela age nos mais diferentes perfis de pessoas, incluindo <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/covid-19-impactos-do-virus-e-das-vacinas-em-pacientes-com-doencas-neurologicas/" target="_blank" rel="noopener">pacientes neurológicos</a></strong>. O que entendemos é que as manifestações mais comuns a todos são perda do olfato e paladar, tontura, confusão mental, dor de cabeça e, nos casos mais graves, acidente vascular cerebral. Esta última intercorrência se deve ao fato de que o coronavírus ocasiona uma vasta inflamação dos vasos sanguíneos, facilitando a ocorrência do popular derrame.</p>
<p>A World Stroke Organization (WSO) realizou um levantamento que apontou uma queda global de mais de 60% nos atendimentos de AVC após o início do isolamento social. Isso porque as pessoas passaram a sentir medo de contrair a covid-19 ao visitar hospitais. Além disso, muitas pessoas relaxaram nos cuidados gerais com a saúde, deixando de praticar atividade física e consumindo mais alimentos ricos em gordura.</p>
<p>Tudo isso contribui para o aumento de ocorrências e agravo de sequelas, que podem levar os pacientes à dependência total de outras pessoas e ao desenvolvimento de demência, por exemplo.</p>
<h2>5. É possível prevenir o AVC</h2>
<p>Como expliquei acima, a prática de maus hábitos pode reverberar negativamente na saúde do paciente. Portanto, buscar o equilíbrio é necessário para contribuir com o bom funcionamento do corpo. Consumir alimentos ricos em nutrientes, beber bastante água, se exercitar, não abusar de bebidas alcoólicas, evitar tabagismo e realizar consultas anuais para check up são manobras fundamentais para prevenção do acidente vascular cerebral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/5-fatos-sobre-avc-que-voce-ainda-nao-sabe/">5 fatos sobre AVC que você ainda não sabe</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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		<title>Distúrbios do movimento característicos de doenças raras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 21:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Distonia]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[coreia]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[mioclonias]]></category>
		<category><![CDATA[parkinsonismo]]></category>
		<category><![CDATA[tiques]]></category>
		<category><![CDATA[tremores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de uma baixa incidência quando comparada a outras patologias, as doenças raras carregam consigo peculiaridades que também se manifestam de acordo com o organismo de cada indivíduo. Entre estas características podem estar os distúrbios de movimento, que muitas vezes são decisivos para o diagnóstico.  Estima-se que existam entre seis e oito mil doenças  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de uma baixa incidência quando comparada a outras patologias, as doenças raras carregam consigo peculiaridades que também se manifestam de acordo com o organismo de cada indivíduo. Entre estas características podem estar os distúrbios de movimento, que muitas vezes são decisivos para o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CA4lhLq09e4" target="_blank" rel="noopener"><strong>diagnóstico</strong></a>.</p>
<div id="attachment_2121" style="width: 499px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2121" class=" wp-image-2121" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-300x225.png" alt="" width="489" height="367" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-200x150.png 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-300x225.png 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-400x300.png 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-600x450.png 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-768x576.png 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-800x600.png 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-1024x768.png 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-1200x900.png 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos-1536x1152.png 1536w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/08/DraSimoneAmorim_Dist-movimentos.png 1920w" sizes="(max-width: 489px) 100vw, 489px" /><p id="caption-attachment-2121" class="wp-caption-text">Estima-se que existam entre seis e oito mil doenças raras em todo o mundo</p></div>
<h2><strong>Entendendo as doenças raras</strong></h2>
<p>São chamadas de doenças raras as patologias que apresentam baixa incidência, ou seja, no universo de pessoas, poucas delas serão acometidas por determinada condição. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são consideradas raras quando atingem cerca de 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas.</p>
<p>Estima-se que existam entre seis e oito mil doenças raras, sendo algumas delas:</p>
<ul>
<li>Coreia de Huntington</li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UnDHh0Z0-2k&amp;t=2s" target="_blank" rel="noopener"><strong>Deficiência de Glut1</strong></a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LMvP6uzOqtk" target="_blank" rel="noopener"><strong>Doença de Niemann Pick tipo C</strong></a></li>
<li>Doença de Wilson</li>
<li>Lisencefalia</li>
<li>Neurofibromatose tipo 1</li>
<li>Síndrome de Angelman</li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VjhM_ElgRes" target="_blank" rel="noopener"><strong>Síndrome de Dravet</strong></a></li>
<li>Síndrome de Edwards</li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bmE0kQD15Rw" target="_blank" rel="noopener"><strong>Síndrome de Gilles de La Tourette</strong></a></li>
<li>Síndrome de Leigh</li>
<li>Síndrome de Rett</li>
<li>Síndrome do X Frágil</li>
</ul>
<p>Quando falamos em <a href="https://drasimoneamorim.com.br/conhecendo-algumas-doencas-raras-na-infancia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>doenças raras</strong></a>, comumente são originadas a partir de mutações genéticas e apresentam os primeiros sintomas já na primeira infância. Por conta disso, o desenvolvimento das crianças acaba sendo comprometido em diversas esferas – principalmente na cognitiva e na motora. No que tange a evolução da mobilidade do paciente, podemos associar a alguns distúrbios do movimento.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Diagnóstico de doenças raras | Doutora Simone Amorim" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/CA4lhLq09e4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2></h2>
<h2><strong>O que são distúrbios do movimento</strong></h2>
<p>Distúrbios do movimento (ou alterações de movimento) são um conjunto de condições neurológicas que afetam a funcionalidade do paciente em decorrência do comprometimento do sistema nervoso central (SNC). Como reflexo desta debilidade, o indivíduo não consegue controlar seus movimentos, realizando-os repetida e involuntariamente e de forma contínua ou episódica.</p>
<p>Os distúrbios do movimento podem comprometer os membros inferiores e/ou superiores, de um lado ou de ambos, e podemos dividi-los em dois grupos:</p>
<ul>
<li><strong><span style="text-decoration: underline;">HIPOCINÉTICOS</span>: </strong>É o conjunto de alterações que torna os movimentos mais lentos e com amplitude reduzida. Nestes casos, atos simples como andar, subir e descer escadas levam mais tempo para a execução.<br />
Exemplo de distúrbios do movimento hipocinéticos: Doença de Parkinson e parkinsonismo.</li>
<li><strong><u>HIPERCINÉTICOS:</u> </strong>Estes são caracterizados por movimentos mais acelerados e desordenados. O paciente não tem qualquer controle sobre o movimento que se deseja fazer, não consegue determinar a velocidade necessária para executar tarefas, tais como escrever, comer com talheres, entre outros.<br />
Exemplo de distúrbios do movimento hipercinéticos: distonias, coreias (atetose, balismo), tremores, tiques e mioclonias.</li>
</ul>
<h3><strong>Conheça os distúrbios do movimento</strong></h3>
<p><strong>Doença de Parkinson e parkinsonismo<br />
</strong>Não podemos falar de um sem citar o outro. O termo parkinsonismo é utilizado de forma genérica para designar diversas doenças que apresentam causas diferentes, mas que se manifestam por meio da presença de sintomas parkinsonianos. Isso significa que são sintomas característicos da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6kEOdKPExSs&amp;t=2s" target="_blank" rel="noopener"><strong>doença de Parkinson</strong></a>. A doença de Parkinson é uma das muitas formas de parkinsonismo e também é a mais frequente.</p>
<p><strong>Coreia<br />
</strong>Os movimentos são caracterizados por serem irregulares e proximais. Eles fluem constantemente numa sequência de ativação muscular desordenada e imprevisível (involuntária). Os membros mais comumente afetados pela coreia são face e braços.</p>
<p><strong>Distonias<br />
</strong>Também são movimentos involuntários, mas estes são representados por contrações musculares persistentes ou prolongadas que levam à realização de movimentos repetitivos ou estereotipados. Aqui, é bastante frequente causar torção do segmento corporal acometido ou até mesmo posturas anormais. A <a href="https://drasimoneamorim.com.br/distonia-conheca-os-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>distonia</strong></a> melhora com o sono e pode acometer qualquer região do corpo, tais como face, pescoço, braços e pernas, juntos ou separadamente, de um só lado ou de ambos.</p>
<p><strong>Mioclonias<br />
</strong>Sequência de movimentos repetidos, não rítmicos, breves &#8211; como choques, devido a uma súbita contração e relaxamento de um ou mais músculos. As causas mais frequentes são relacionadas a efeitos colaterais de algumas medicações e/ou infecções do sistema nervoso central, como encefalite. Algumas doenças sistêmicas e metabólicas, má formação cerebral, epilepsia, paralisia cerebral e doenças neurodegenerativas também são causas crônicas frequentemente relacionadas às mioclonias.</p>
<p><strong>Tiques<br />
</strong>Diferentemente dos distúrbios anteriores, o tique não se manifesta de forma típica de movimento anormal. Neste quadro, até a emissão de sons pode ser considerado tique. Ele é representado por um movimento involuntário, ou pela emissão de um som ou de palavra. Estes sinais são precedidos de uma intensa necessidade incontrolável de realizar estas ações. Em seguida, o paciente sente grande alívio.</p>
<p><strong>Tremores<br />
</strong>Movimentos anormais mais comuns e mais conhecidos. Tratam-se de movimentos rítmicos e repetitivos que habitualmente afetam as mãos, mas podem acometer outros membros. Os tremores podem ser de repouso, postural ou de intenção.</p>
<h3><strong>Distúrbios do movimento e o neurologista especializado</strong></h3>
<p>Listamos acima apenas alguns dos distúrbios do movimento que podem integrar o quadro de sintomatologia das doenças raras. Estas, por sua vez, são tão complexas que estudos já mostram que um diagnóstico de doença rara pode levar até dez anos para ser finalizado – e nem sempre está correto. O principal impacto desta demora é, principalmente, na qualidade de vida do paciente, que passa a ser tratado segundo os sintomas.</p>
<p>O que favorece um diagnóstico assertivo e rápido é a expertise do profissional. Por isso, neurologistas especializados em distúrbios do movimento são mais recomendados. Enquanto um neurologista geral pode se deparar com dois ou três casos raros no mês, o profissional subespecializado pode chegar a tratar três ou quatro por dia. Converse com o seu neurologista e avalie a melhor estratégia para o seu caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
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		<title>Indicação e forma de realização de eletroneuromiografia</title>
		<link>https://mail.drasimoneamorim.com.br/eletroneuromiografia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 18:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças autoimunes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[eletromiografia]]></category>
		<category><![CDATA[eletroneuromiografia]]></category>
		<category><![CDATA[síndromes raras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eletroneuromiografia (ou eletromiografia) é um dos exames solicitados por neurologistas para avaliar os nervos periféricos. Ele é complementar ao exame físico e neurológico e costuma ser recomendado quando há suspeita de diagnóstico de doenças neuromusculares. Apesar de menos frequente, a eletroneuromiografia também pode ser solicitada em crianças. Tudo dependerá da história clínica da doença  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>eletroneuromiografia (ou eletromiografia)</strong> é um dos exames solicitados por <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica-2/" target="_blank" rel="noopener">neurologistas</a></strong> para avaliar os nervos periféricos. Ele é complementar ao exame físico e neurológico e costuma ser recomendado quando há suspeita de diagnóstico de doenças neuromusculares. Apesar de menos frequente, a eletroneuromiografia também pode ser solicitada em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UBJhnXb6CR0&amp;t=1s" target="_blank" rel="noopener"><strong>crianças</strong></a>. Tudo dependerá da história clínica da doença que ela apresentar.</p>
<p>Algumas das doenças que este exame pode auxiliar no diagnóstico são:</p>
<p>• Doenças autoimunes;<br />
• Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA);<br />
• Infecções que afetam nervos periféricos;<br />
• Lesões traumáticas do plexo braquial e/ou nervos periféricos (dos braços e pernas);<br />
• Miastenia gravis;<br />
• Miopatia e distrofia muscular;<br />
• Neuropatia diabética;<br />
• Paralisia facial periférica;<br />
• Poliomielite;<br />
• Radiculopatias;<br />
• Síndrome de Guillain-Barré;<br />
• Síndrome do Túnel do Carpo.</p>
<h2>Como é feito o exame de eletroneuromiografia?</h2>
<p>Ele é dividido em duas etapas:</p>
<h3>1) Estimulação elétrica na eletroneuromiografia</h3>
<p>São fixados eletrodos no corpo do paciente – face, pescoço, braços, mãos, pernas e pés -, que são conectados a um aparelho que conduz curtos estímulos elétricos de baixa intensidade. São estes estímulos que ajudam a detectar e avaliar a condução nervosa, ou seja, a velocidade e a qualidade do impulso nervoso no segmento estudado.</p>
<h3>2) Miografia</h3>
<p>Consiste na leve aplicação de “picadas” por eletrodos de agulhas introduzidos nos músculos da região a ser avaliada. É pedido ao paciente que movimente os membros sob análise para que o especialista possa verificar a resposta dos membros quando em repouso e em contração.</p>
<p>É comum algumas pessoas ficarem ressabiadas com este exame em virtude das agulhas, mas se trata de um procedimento extremamente tolerável, como eu explico neste vídeo:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Eletroneuromiografia | Doutora Simone Amorim" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/VY-pw3qpiqk?start=34&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>A eletroneuromiografia pode durar entre 40 minutos e uma hora. Não exige jejum e é pedido ao paciente para evitar o uso de hidratantes corporais antes da realização porque pode dificultar a fixação dos eletrodos na pele.</p>
<p>Também é importante verificar se o paciente faz uso de remédios anticoagulantes &#8211; em decorrência da etapa em que são usados eletrodos de agulhas -, bem como o uso de marca-passo, pois alguns impedem a aplicação de estímulos em pontos proximais.</p>
<p>A relação direta de contraindicações se dá apenas em pacientes com algum tipo de lesão na pele ou erisipela.</p>
<p>Por último, destaco que é importante investir na realização da eletroneuromiografia, uma vez que seus resultados irão conduzir o tratamento do paciente de forma muito mais assertiva.</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/eletroneuromiografia/">Indicação e forma de realização de eletroneuromiografia</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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