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	<title>Arquivos espasticidade - Dra. Simone Amorim</title>
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	<description>Especialista em tratamentos com Toxina Botulínica na Neurologia.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Nov 2020 18:46:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>AVC: da prevenção à reabilitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 15:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Botox]]></category>
		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[rigidez muscular]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[toxina boulínica A]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento com toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acidente vascular cerebral (AVC), ou derrame, é um tema recorrente: milhares de pessoas são vítimas dele a cada ano, mais precisamente 1 a cada 4 pessoas no Brasil, segundo dados da Rede Brasil AVC. E os motivos para o aumento de ocorrências estão diretamente relacionados aos hábitos de vida da população, que passam por  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O acidente vascular cerebral (AVC), ou derrame, é um tema recorrente: milhares de pessoas são vítimas dele a cada ano, mais precisamente 1 a cada 4 pessoas no Brasil, segundo dados da <strong><a href="http://www.redebrasilavc.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rede Brasil AVC</a></strong>. E os motivos para o aumento de ocorrências estão diretamente relacionados aos hábitos de vida da população, que passam por má qualidade da alimentação, sedentarismo e vícios, como o tabagismo e consumo de álcool, que comprometem a saúde cardiovascular e facilitam o desenvolvimento da hipertensão &#8211; dois elementos de gatilho para o derrame cerebral.</p>
<p>Existem dois tipos de AVC, o isquêmico, onde há uma interrupção do fluxo em um vaso sanguíneo cerebral, e o hemorrágico, em que há um rompimento destes vasos e extravasamento de sangue no cérebro.</p>
<p>O isquêmico é o mais comum, responsável por 80% dos casos. Já o hemorrágico, que acomete os 20% restante, é o mais grave pelo maior risco de morte e sequelas severas ao indivíduo.</p>
<h4>Prevenção do AVC</h4>
<p>Da mesma forma que os hábitos nocivos são os fatores de gatilho para a ocorrência do AVC, uma rotina saudável faz o papel inverso. Manter uma alimentação equilibrada em proteínas e fibras, com baixo índice de gordura saturada, açúcar e sal, já colabora para um peso corporal e níveis de colesterol adequados.</p>
<p>Com a prática regular de exercícios físicos, estes ganhos se ampliam e somam para a saúde cardiovascular como um todo, com a manutenção dos níveis de pressão arterial em índices normais.</p>
<p>Paralelo a isso, e à medida que envelhecemos, o check-up médico anual atua para a identificação de possíveis disfunções, inclusive as genéticas, que podem contrapor até mesmo os bons hábitos e apresentar risco de AVC para algumas pessoas.</p>
<h4>O relógio conta no atendimento ao AVC</h4>
<p>O AVC não dá aviso prévio mas, embora varie de pessoa para pessoa, emite sinais claros quando ocorre. Dentre os sintomas mais comuns, estão: fraqueza de um lado do corpo, alteração ou perda de visão, dificuldade para fala, desvio de rima labial (a boca fica torta), dificuldade para engolir, desequilíbrio, tontura, além de dor de cabeça forte e persistente.</p>
<p>Ao primeiro sinal de algumas dessas manifestações, a pessoa deve ser levada imediatamente ao pronto-socorro para que receba o atendimento especializado, que irá conter o AVC e impactar essencialmente no salvamento de sua vida ou na extensão de suas sequelas.</p>
<p>O tempo máximo esperado para o atendimento e reversão dos quadros gerados pelo derrame são de até quatro horas.</p>
<h4>Reabilitando o AVC</h4>
<p>O primeiro passo após os atendimentos de emergência é analisar a gravidade das sequelas, as funções acometidas e iniciar, também com brevidade, os tratamentos de reabilitação.</p>
<p>De maneira geral, o paciente precisará de um acompanhamento neurológico, com apoio da fonoaudiologia, da terapia ocupacional e da fisioterapia, visando a retomada das funções de fala, mastigação, coordenação motora e movimentação geral.</p>
<p>A espasticidade, que se apresenta com a rigidez muscular ou espasmos dos membros, tende a evoluir se não receber a atenção adequada e no tempo certo, tornando o indivíduo incapaz de realizar atividades simples como tomar banho, escovar os dentes e comer.</p>
<p>Nesses casos, a fisioterapia tem como aliada a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica tipo A</a></strong>, que deve ser aplicada por profissionais da neurologia ou da fisiatria nos membros afetados.</p>
<p>A medicação, que deve ser realizada de 4 em 4 meses, promove o relaxamento muscular, dando mais possibilidade de manejo do membro e o consequente aumento da mobilidade.</p>
<p>Para além dos benefícios da recuperação da função, a terapia ainda diminui os quadros de dor provocados pela contratura constante dos membros. Seguindo corretamente os protocolos do tratamento, a pessoa acometida pelo AVC pode recuperar mais rapidamente a sua autonomia, com a possibilidade de reintegração de suas atividades e da sua qualidade de vida.</p>
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		<title>Os benefícios da Toxina Botulínica nos quadros de Paralisia Cerebral</title>
		<link>https://mail.drasimoneamorim.com.br/os-beneficios-da-toxina-botulinica-nos-quadros-de-paralisia-cerebral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 20:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[Paralisia Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento com Botox]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A toxina botulínica (popularmente conhecida pelo seu nome comercial mais famoso: Botox) tem “Nível A de Evidência” para o tratamento da espasticidade e, hoje, é também considerada como um dos principais recursos para tratar a distonia. Por essa razão, a terapêutica com essa substância é considerada atualmente como um verdadeiro pilar do tratamento dos distúrbios  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica</a></strong> (popularmente conhecida pelo seu nome comercial mais famoso: Botox) tem <strong>“Nível A de Evidência”</strong> para o tratamento da <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/espasticidade-e-distonia-realidades-da-paralisia-cerebral-que-precisam-ser-enfrentadas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong> e, hoje, é também considerada como um dos principais recursos para tratar a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/distonias-e-tremores-podem-ser-resolvidos-com-procedimentos-cirurgicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong>. Por essa razão, a terapêutica com essa substância é considerada atualmente como um verdadeiro pilar do tratamento dos distúrbios motores do paciente com <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/meu-filho-tem-paralisia-cerebral-e-agora/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral (PC)</a></strong>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1747" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2119.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>No nosso último <em>post</em> aqui desta série sobre <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/conceitos-basicos-para-melhor-compreender-a-paralisia-cerebral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PC</a></strong>, vimos que a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/espasticidade-e-distonia-realidades-da-paralisia-cerebral-que-precisam-ser-enfrentadas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia e a espasticidade</a></strong> têm enorme prevalência entre esses pacientes. Vimos também o quanto esses quadros impactam no desenvolvimento geral, no bem-estar e na qualidade de vida dessas pessoas.</p>
<p>Sendo assim, o foco número um da assistência ao paciente com <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4h1ZPQ3c1IY&amp;t=15s" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong> costuma ser a promoção de melhorias no seu estado físico geral, o mais cedo possível!</p>
<p>Isso, além de trazer mais conforto imediato (menos dores e melhor manejo pelos cuidadores), irá proporcionar melhores condições para as demais abordagens terapêuticas – inúmeras vezes contribuindo diretamente para evitar processos cirúrgicos para corrigir desvios posturais e deformidades ósseas e articulares, que hoje já conseguimos evitar com medidas preventivas.</p>
<p><strong>MUITOS ANOS DE PESQUISAS E ESTUDOS</strong></p>
<p>Atualmente, a <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/exames-e-procedimentos/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica</a></strong> é muito popular pelos seus usos no campo da Medicina Estética. Mas o que muitos ainda desconhecem é que o uso medicinal dessa substância já remonta a quase meio século, tendo se iniciado na área oftalmológica, no tratamento do estrabismo e do <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/o-uso-da-toxina-botulinica-na-doenca-de-parkinson/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blefaroespasmo</a></strong> (espasmos da pálpebra).</p>
<p>Desde o início da década de 1970 que pesquisadores investigam as propriedades “relaxantes” da toxina na prática clínica. Após muitos estudos e testes em animais, o uso da <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/terapia-com-toxina-botulinica-ainda-surpreende/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TB</a></strong> em humanos ganhou força a partir da década de 1980, tendo chegado ao campo da estética somente no início da década de 1990.</p>
<p><strong>NÍVEL A DE EVIDÊNCIA</strong></p>
<p>Hoje, quando falamos em <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>“Nível A de Evidência” </strong>da toxina botulínica para o tratamento da espasticidade</a>, isso significa, em termos médicos, que essa terapêutica deve ser referida pelos profissionais que cuidam desses casos como alternativa NÚMERO UM para tratar esses quadros. Fica, porém, a critério da família alinhar ou não com essa proposta.</p>
<p>É importante ter ciência ainda de que o profissional que indica e fala sobre essa possibilidade terapêutica nem sempre será o mesmo que irá realizá-la. As aplicações de toxina botulínica na área neurológica só podem ser feitas por <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">médicos</a></strong> (em geral, neurologistas, neuropediatras ou fisiatras) devidamente treinados e habilitados nesse campo.</p>
<p><strong>COMO É A AÇÃO DA TOXINA BOTULÍNICA</strong></p>
<p>A <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/toxina-botulinica-sintomas-paralisia-cerebral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica</a></strong> é produzida por uma bactéria chamada Clostridium botulinum e purificada em laboratório. Quando administrada em doses precisas e em locais específicos do corpo humano, essa substância promove um “relaxamento” muscular, sendo, por isso, tão eficaz no tratamento de quadros como a <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-de-ponta-para-a-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong> e a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/espasticidade-e-distonia-realidades-da-paralisia-cerebral-que-precisam-ser-enfrentadas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong>.</p>
<p>As aplicações são feitas diretamente sobre os músculos afetados, seguindo protocolos específicos.</p>
<p>No caso da espasticidade, o grande objetivo é diminuir a rigidez muscular, amenizando, assim, a dor e permitindo um melhor controle/uso do membro afetado, além de ajudar a prevenir (ou pelo menos tornar menos severas) deformidades advindas da hipertonia muscular. Hoje, o consenso é de que as intervenções sejam feitas o mais precocemente possível, tão logo sejam observados os sinais na criança.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1748" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_CLINICAVITA_2070.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Já as distonias são marcadas por contrações involuntárias e repetitivas da musculatura, causando grande fadiga física e uma série de outras dificuldades para o paciente, que não tem controle sobre esses movimentos. Da mesma forma, a toxina botulínica age “bloqueando” os impulsos anormais do cérebro sobre os grupos musculares tratados.</p>
<p>Em geral, o efeito da substância costuma ser mais perceptível cerca de duas semanas após a aplicação, sendo que a sua duração total varia entre quatro a seis meses, em média. Após esse período, costuma ser necessária uma nova aplicação. Porém, cada caso precisa ser avaliado individualmente, conforme as respostas dadas pelo paciente e as suas condições gerais de saúde.</p>
<p>É importantíssimo que a família saiba também que a dosagem não é igual para todos os pacientes. A dose, assim como o intervalo de aplicações, varia conforme o quadro apresentado por cada indivíduo, sendo muito importante o <em>feedback</em> familiar a respeito do tratamento – por essa razão, na <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clínica Vita</a></strong>, temos também uma política de acompanhamento de <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/enfermagem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Enfermagem</a></strong>, para a troca de informações com a família, no período entre as consultas.</p>
<p><strong>OLHAR REABILITADOR E MULTIDISCIPLINAR</strong></p>
<p>Não podemos falar em <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tratamento com toxina botulínica</a></strong> sem referir que, em paralelo, é fundamental um acompanhamento multidisciplinar do paciente com Paralisia Cerebral. As distonias e a espasticidade, muitas vezes, exigem também tratamento medicamentoso por via oral. Além disso, os trabalhos de Fisioterapia e <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/terapia-ocupacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Terapia Ocupacional</a></strong> costumam ser fundamentais para a evolução do paciente.</p>
<p>Conforme dito no início do texto, a terapêutica com a <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/exames-e-procedimentos/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TB é um PONTO DE PARTIDA</a></strong>, essencial para colocar o paciente em condições de avançar. Portanto, uma vez realizadas as aplicações, há todo um trabalho pela frente, envolvendo uma série de estímulos e treinamentos que essa criança precisará receber para seguir o seu desenvolvimento, com a ativa participação da família e de toda uma equipe de profissionais.</p>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/os-beneficios-da-toxina-botulinica-nos-quadros-de-paralisia-cerebral/">Os benefícios da Toxina Botulínica nos quadros de Paralisia Cerebral</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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		<title>Espasticidade e distonia: realidades a se enfrentar na Paralisia Cerebral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2019 18:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Paralisia Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Ocupacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro de suas possibilidades específicas, a criança com Paralisia Cerebral (PC) irá crescer e se desenvolver. Cabe a nós, profissionais de saúde, em conjunto com as famílias, proporcionarmos as melhores condições para isso acontecer. Virá daí, naturalmente, uma série de desafios, sendo que, de antemão, já sabemos o nome de dois dos maiores disturbios motores:  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro de suas possibilidades específicas, a criança com <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/conceitos-basicos-para-melhor-compreender-a-paralisia-cerebral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral (PC)</a></strong> irá crescer e se desenvolver. Cabe a nós, profissionais de saúde, em conjunto com as famílias, proporcionarmos as melhores condições para isso acontecer. Virá daí, naturalmente, uma série de desafios, sendo que, de antemão, já sabemos o nome de dois dos maiores disturbios motores: a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/meu-filho-tem-paralisia-cerebral-e-agora/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong> e a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/distonias-e-tremores-podem-ser-resolvidos-com-procedimentos-cirurgicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong>.</p>
<div id="attachment_1738" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1738" class="size-full wp-image-1738" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/distonia-e-espasticidade.jpg" alt="Fisioterapia - Paralisia Cerebral" width="650" height="366" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/distonia-e-espasticidade-200x113.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/distonia-e-espasticidade-300x169.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/distonia-e-espasticidade-400x225.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/distonia-e-espasticidade-600x338.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/distonia-e-espasticidade.jpg 650w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-1738" class="wp-caption-text">Os problemas neuromusculares e os distúrbios do movimento na Paralisia Cerebral exigem grande atenção, para evitar maiores complicações e melhorar o estado físico geral do paciente</p></div>
<p>Esses dois termos, que logo entram para o vocabulário dos pais, fazem parte do universo de quem lida diretamente com um quadro de PC, por estarem entre os principais problemas motores que acometem os pacientes.</p>
<p>Contudo, tão relevante quanto saber o significado dessas denominações clínicas, é ter a consciência sobre a importância da sua devida identificação diagnóstica e, principalmente, das intervenções precoces sobre esses quadros. Isso sim faz toda a diferença para minimizar os impactos desses distúrbios do movimento na qualidade de vida, no crescimento e no desenvolvimento da criança.</p>
<h2><strong>INCIDÊNCIAS E IMPLICAÇÕES</strong></h2>
<p>A <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/entenda-por-que-a-paralisia-cerebral-apresenta-sintomas-tao-variados-entre-os-pacientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong> (hipertonia muscular, que dificulta ou impede os movimentos) é a comorbidade mais recorrente na <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/paralisia-cerebral-do-saber-cientifico-a-realidade-das-familias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong>, ocorrendo numa média de 80%  dos casos. A <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/pacientes-tiram-suas-duvidas-sobre-sintomas-e-tratamento-da-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong> (contrações musculares involuntárias e intermitentes, levando a movimentos e/ou posturas anormais), por sua vez, acomete de 10% a 20% dos pacientes. Os dois quadros também podem coexistir.</p>
<p>Ambas as situações podem comprometer muito o bem-estar, a saúde e a qualidade de vida do paciente, gerando problemas e desconfortos como:</p>
<ul>
<li>Dor</li>
<li>Esgotamento físico (e, consequentemente, emocional);</li>
<li>Menor condição para aquisição de habilidades que contribuem para o ganho de autonomia;</li>
<li>Dificuldades no manejo pelos cuidadores;</li>
<li>Maior dificuldade para as atividades terapêuticas;</li>
<li>Condicionamentos posturais que favorecem as complicações de saúde (como broncoaspirações, pneumonias, escaras, etc.);</li>
<li>Piores condições para a inclusão social;</li>
<li>Maior risco de evolução com alterações posturais (desvios ósseos), que, muitas vezes, implicam na necessidade de procedimentos cirúrgicos.</li>
</ul>
<h2><strong>INTERVENÇÕES PRECOCES</strong></h2>
<p>Hoje não restam dúvidas de que se <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tratarmos de forma precoce e adequada a espasticidade e a distonia</a></strong>, as crianças evoluem com graus menos graves de comprometimento. Isso exige um olhar reabilitador e individualizado para cada caso.</p>
<p><strong>Para tanto, precisamos ter duas noções claras em mente:</strong></p>
<p>1) A de que é preciso estar SEMPRE em busca do que se fazer para melhorar as condições e a qualidade de vida de um paciente com <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-da-paralisia-cerebral-pode-e-deve-combinar-terapias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Paralisia Cerebral</strong></a>;<br />
2) A de que NÃO há “receita de bolo” nessas situações, pois cada caso é único e diversas variáveis devem ser levadas em conta na hora de escolher as melhores condutas em cada situação.</p>
<h2><strong>TRATAMENTOS COM OS MELHORES NÍVEIS DE EVIDÊNCIA</strong></h2>
<p>O <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tratamento com toxina botulínica</a></strong> para a <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/toxina-botulinica-sintomas-paralisia-cerebral/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>espasticidade </strong>(mais sobre o tema aqui no link)</a> tem o que em Medicina chamamos de &#8220;Nível A de Evidência&#8221;. Isso significa que essa conduta foi amplamente testada e comprovada por estudos robustos, devendo ser uma alternativa terapêutica proposta para as famílias. Nas <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-de-ponta-para-a-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>distonias </strong>(aqui neste link falo especificamente disso)</a>, essa substância também é utilizada, com excelentes resultados.</p>
<p>Sendo assim, a <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/exames-e-procedimentos/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica</a></strong> (ou Botox, nome comercial pelo qual a substância é mais conhecida) é considerada hoje uma das frentes de ação mais importantes para os pacientes com <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4h1ZPQ3c1IY&amp;t=12s" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong> – essa é uma questão que merece ser aprofundada, ficando como tema para o nosso próximo post aqui no blog.</p>
<div id="attachment_1739" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1739" class="size-large wp-image-1739" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-1024x683.jpg" alt="Tratamento com toxina botulínica" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2074.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1739" class="wp-caption-text">Tratamento com toxina botulínica (Botox): Nível A de Evidência para os casos de espasticidade e grande eficácia também na distonia</p></div>
<p>Mas um ponto que sempre enfatizo para os pais e no qual insisto em todo conteúdo informativo que faço sobre <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/exames-e-procedimentos/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebra</a>l</strong>, é o da importância da multidisciplinaridade <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-da-paralisia-cerebral-pode-e-deve-combinar-terapias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">(aqui neste artigo falo especificamente sobre isso)</a> no acompanhamento dos pacientes. Há toda uma gama de possibilidades terapêuticas viáveis e desejáveis distribuídas entre várias áreas da saúde, que se complementam, potencializando e otimizando resultados.</p>
<p>Falando especificamente da <strong>espasticidade</strong> e da <strong>distonia</strong>, não podemos deixar de referir a o caráter essencial dos trabalhos nas áreas de Fisioterapia e <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/terapia-ocupacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Terapia Ocupacional</a></strong>. A <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fonoaudiologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonoaudiologia</a></strong> também é importantíssima, em inúmeros casos.</p>
<p>São diversas as técnicas e as linhas de trabalho existentes, assim como as possibilidades de interação e intercâmbio entre as áreas de conhecimento. Dentre as variáveis para eleger o melhor programa de tratamento para cada situação, estão questões como: o quadro clínico específico da criança, as demais terapias em curso e o acesso da família aos recursos propostos – é normal que o grupo familiar seja convocado a realizar adequações no ambiente doméstico e que receba capacitação para ajudar a promover os estímulos de que a criança precisa.</p>
<p>O tratamento medicamentoso, conduzido pelo <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurologia-infantil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neurologista infantil</a></strong>, também é uma realidade na grande maioria dos casos. Hoje porém trabalhamos para que esse uso seja o mais racional e assertivo possível, buscando poupar a criança dos efeitos colaterais inerentes ao uso de medicações.</p>
<h2>ASSISTA A UM VÍDEO SOBRE O TEMA</h2>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Paralisia cerebral - VÍDEO IV | Doutora Simone Amorim" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/sHEZAsToxFU?start=5&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/espasticidade-e-distonia-realidades-da-paralisia-cerebral-que-precisam-ser-enfrentadas/">Espasticidade e distonia: realidades a se enfrentar na Paralisia Cerebral</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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		<title>Conceitos básicos para melhor compreender a Paralisia Cerebral</title>
		<link>https://mail.drasimoneamorim.com.br/conceitos-basicos-para-melhor-compreender-a-paralisia-cerebral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Aug 2019 15:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[classificação da paralisia cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[comorbidades da paralisia cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Paralisia Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de paralisia cerebral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vivemos, no campo científico, uma intensa movimentação em torno de pesquisas e descobertas sobre a Paralisia Cerebral. Mas, mesmo com todos esses avanços, para a maioria das famílias das crianças atingidas pelo problema, todo o processo que vai da investigação à confirmação diagnóstica, passando pela compreensão dos prognósticos, ainda é como serem arremessadas para  [...]</p>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/conceitos-basicos-para-melhor-compreender-a-paralisia-cerebral/">Conceitos básicos para melhor compreender a Paralisia Cerebral</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vivemos, no campo científico, uma intensa movimentação em torno de pesquisas e descobertas sobre a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/paralisia-cerebral-do-saber-cientifico-a-realidade-das-familias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong>. Mas, mesmo com todos esses avanços, para a maioria das famílias das crianças atingidas pelo problema, todo o processo que vai da investigação à confirmação diagnóstica, passando pela compreensão dos prognósticos, ainda é como serem arremessadas para um universo desconhecido e, a princípio, muito assustador.</p>
<p>Em geral, o <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neurologista infantil</a></strong> que coordena o tratamento procura oferecer o máximo de esclarecimentos e orientações possíveis (ou pelo menos é assim que deveria ser!).</p>
<p>Mas sabemos também que os pais não se limitam a isso. Eles &#8220;arregaçam as mangas&#8221; e vão em busca de mais informações. Afinal, na grande maioria das vezes, existe neles um desejo natural de alargar os conhecimentos sobre o assunto e de seguir sempre em busca de notícias que possam apontar para melhores hipóteses na condução do tratamento.</p>
<p>Ciente dessa realidade e visando atender também o pedido de muitos pais de fora de São Paulo, que me procuram nas <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">redes sociais</a></strong>, solicitando explicações e dicas, eu me comprometi em publicar aqui no <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/blog/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blog</a></strong> uma série de textos, abordando algumas das principais dúvidas que recebo. Grande parte delas passa pela necessidade de entender o que vem a ser realmente a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/entenda-por-que-a-paralisia-cerebral-apresenta-sintomas-tao-variados-entre-os-pacientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong>, compreendendo melhor as suas classificações e percebendo o que é possível esperar desse quadro clínico.</p>
<p><strong>Portanto, é por este conjunto básico de conceitos que iremos começar:</strong></p>
<h2><strong>O QUE É PARALISIA CEREBRAL?</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1723" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC1.jpg" alt="Paralisia Cerebral " width="600" height="400" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC1-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC1-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC1-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC1.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Paralisia Cerebral é o termo genérico usado para um quadro que, clinicamente, chamamos de encefalopatia crônica não progressiva. Ele indica que em alguma área do cérebro (encéfalo) há alguma lesão/problema (patia) permanente (crônica), que não progredirá ao longo da vida (não progressiva). Essa lesão, por sua vez, causa (ou pode vir a causar) problemas de desenvolvimento (alterações motoras, cognitivas e comportamentais) e, em muitos casos, também a epilepsia.</p>
<h2><strong>QUAIS AS CAUSAS DA PARALISIA CEREBRAL?</strong></h2>
<div id="attachment_1720" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1720" class="wp-image-1720 size-large" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-1024x709.jpg" alt="Bebê prematuro - mais chance de paralisia cerebral" width="1024" height="709" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-200x139.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-300x208.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-400x277.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-600x416.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-768x532.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-800x554.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-1024x709.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3-1200x831.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-3.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1720" class="wp-caption-text">A prematuridade é um fator de risco para a Paralisia Cerebral, mas isso NÃO quer dizer que todos os bebês prematuros tenham PC</p></div>
<p><strong>As causas da Paralisia Cerebral são as mais variadas, sendo que, dentre as principais, podemos citar:</strong></p>
<ul>
<li>Malformaçõess cerebrais ou da coluna espinhal;</li>
<li>Problemas durante a gestação (como doenças e infecções sofridas pela mãe)</li>
<li>Complicações durante o parto;</li>
<li>Partos prematuros;</li>
<li>Icterícia neonatal grave;</li>
<li>Infecções do sistema nervoso central (como as meningites, por exemplo) sofridas pela criança ao longo da primeira infância;</li>
<li>Traumatismos;</li>
<li>Acidente vascular cerebral (AVC) na infância;</li>
<li>Semi-afogamento durante a infância.</li>
</ul>
<p>*É importante ressaltar, contudo, que, na maioria desses casos, estamos falando de POSSÍVEIS causas, a serem confirmadas apenas após uma criteriosa investigação diagnóstica. O simples fato da criança passar por qualquer um desses eventos NÃO é uma sentença de que ela sofrerá uma Paralisia Cerebral.</p>
<h2><strong>ATÉ QUE IDADE PODE OCORRER A PARALISIA CEREBRAL?</strong></h2>
<div id="attachment_1721" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1721" class="size-large wp-image-1721" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-1024x576.jpg" alt="Paralisia Cerebral ocorre na infância" width="1024" height="576" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-200x113.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-300x169.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-400x225.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-600x338.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-768x432.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-800x450.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-1024x576.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4-1200x675.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-4.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1721" class="wp-caption-text">O agravo cerebral que determina a PC ocorre na gestação, no parto ou ao longo da primeira infância e perdura por toda a vida</p></div>
<p>A Paralisia Cerebral é um quadro estabelecido durante o período gestacional ou na primeira infância, mas que, devido ao seu caráter crônico, irá perdurar por toda a vida &#8211; ou seja, a lesão cerebral sofrida não irá regredir com o avanço da idade, mas também não irá aumentar.</p>
<h2><strong>COMO SE CLASSIFICA UMA PARALISIA CEREBRAL?</strong></h2>
<div id="attachment_1724" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1724" class="size-full wp-image-1724" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5.jpg" alt="Tipos de Paralisia Cerebral" width="1000" height="652" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5-200x130.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5-300x196.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5-400x261.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5-600x391.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5-768x501.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5-800x522.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC5.jpg 1000w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-1724" class="wp-caption-text">Três grandes critérios são utilizados para classificar a Paralisia Cerebral: o padrão motor, a topografia e o grau de comprometimento</p></div>
<p><strong>1) PELO PADRÃO MOTOR</strong> (pelos tipos de comprometimentos causados a nível cerebral, que irão comprometer os movimentos da criança):</p>
<ul>
<li>Espástica (contração/ hipertonia muscular involuntária / rigidez muscular);</li>
<li>Discinética (movimentos involuntários, que independem da vontade do paciente; são repetitivos, pioram com a intenção do movimento e podem levar a alterações posturais). Nesse grupo estão os distúrbios do movimento, como as distonias, a coreia e a atetose, por exemplo;</li>
<li>Atáxica (pouco ou total descontrole muscular para realizar movimentos voluntários, como andar ou pegar objetos &#8211; o paciente e muito descoordenado);</li>
<li>Hipotônica (diminuição do tônus muscular).</li>
</ul>
<p>*Esses padrões motores muitas vezes coexistem e se sobrepõem, sendo necessária uma atenta observação do paciente, para compreendermos as suas manifestações clínicas e determinar quais as melhores medidas terapêuticas a serem propostas.</p>
<p><strong>2) PELA TOPOGRAFIA</strong> (a região do corpo afetada aponta a área do cérebro onde está a lesão):</p>
<ul>
<li>Hemiparesia (metade inferior ou superior do corpo é atingida pela disfunção);</li>
<li>Monoparesia (um membro é afetado, seja membro superior ou inferior);</li>
<li>Tetraparesia (o paciente tem os quatro membros afetados);</li>
<li>Diplegia/diparesia (termos usados para designar dois membros afetados, em geral os inferiores).</li>
</ul>
<p><strong>3 ) PELO GRAU DE COMPROMETIMENTO</strong></p>
<p>Os níveis de comprometimento gerados pela Paralisia Cerebral variam muito de pacientes para pacientes. Dois pacientes com uma lesão na mesma área do cérebro podem apresentar comprometimentos diferentes. O nível de comprometimento é avaliado, então, conforme a sua extensão e gravidade, levando muito em consideração o grau de autonomia daquela criança para os padrões da sua idade. Os especialistas utilizam uma escala de 1 a 5 para determinar o grau de comprometimento. Geralmente, o grau ou nível não muda com o tempo: quanto menor o grau de autonomia, maior o nível de comprometimento.</p>
<h2><strong>QUE COMORBIDADES ACOMPANHAM A PC?</strong></h2>
<div id="attachment_1722" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1722" class="size-large wp-image-1722" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-1024x614.jpg" alt="Tratamento da Paralisia Cerebral" width="1024" height="614" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-200x120.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-300x180.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-400x240.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-600x360.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-768x461.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-800x480.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-1024x614.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/PC-6-1200x720.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1722" class="wp-caption-text">O tratamento das comorbidades associadas à Paralisia Cerebral é fundamental para garantir a qualidade de vida do paciente</p></div>
<p>Essa é uma questão muito importante a ser entendida pelas famílias: o termo comorbidade designa a presença de duas ou mais doenças, que coexistem. No caso da Paralisia Cerebral, existem alguns quadros que sabemos ter um grande potencial de surgirem em comorbidade, e que exigem a nossa atenção, para serem devidamente tratados, tão logo se manifestem, dando ao paciente melhores condições para a sua evolução. Devemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>Dor:</strong> as estatísticas mostram que 3 a cada 4 pacientes com PC vão apresentar dor em algum momento, em algum local. Embora ainda haja muito a ser estudado e descoberto em relação à dor associada à Paralisia Cerebral, é mais do que razoável pensarmos na alta probabilidade dela aparecer em um indivíduo que convive com sérios comprometimentos musculoesqueléticos (tais como: músculos encurtados, hipertônicos, movimentos involuntários, etc.) e que está condicionado em seus movimentos;</li>
<li><strong>Espasticidade: </strong>é o quadro caracterizado pelas contrações exageradas dos músculos (causando, em consequência, uma série de outros problemas, como a dor e a obstipação intestinal). É uma das manifestações mais recorrentes nos pacientes com PC, sendo que a falta de um tratamento adequado impacta diretamente no bem-estar, na qualidade de vida e na evolução dos pacientes;</li>
<li><strong>Distonias: </strong>também são distúrbios do movimento muito recorrentes, caracterizados pela presença de movimentos involuntários e repetitivos. Sem tratamento, essas manifestações comprometem muito a qualidade de vida, levando a um grande esgotamento físico e emocional (do paciente e também dos cuidadores);</li>
<li><strong>Sialorreia:</strong> caracterizada pela incapacidade da pessoa de engolir toda a saliva produzida ou por uma maior salivação, devido ao uso contínuo de determinados medicamentos &#8211; principalmente medicações anticonvulsivantes. Nesses casos, a saliva pode tanto ficar continuamente sendo extravasada pela boca (o paciente baba), como ficar concentrada na garganta, aumentando os riscos de broncoaspiração (que por sua vez aumenta os riscos de pneumonia);</li>
<li><strong>Epilepsia:</strong> ela atinge 1 em cada 4 pacientes com PC, sendo que o grau de intensidade varia muito, podendo ir de crises mais leves até às epilepsias de difícil controle;</li>
<li><strong>Deficiência intelectual:</strong> uma lesão cerebral não significa necessariamente a existência de déficit cognitivo. Contudo, estatisticamente, vemos que isso acontece em cerca de 50% dos casos. Uma vez presente, esse déficit precisa ser entendido e as terapias de suporte possíveis devem ser proporcionadas, para propiciar a essa criança as melhores condições possíveis para o seu desenvolvimento, dentro de suas possibilidades.</li>
</ul>
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		<title>Meu filho tem Paralisia Cerebral. E agora?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2019 12:30:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após receberem e assimilarem um diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC), a grande questão geralmente colocada pelas famílias é: “e agora?” Esse olhar para o futuro é muito bem-vindo, pois a criança com um quadro de PC tem toda uma vida pela frente! Cabe então a nós, profissionais de saúde, ajudarmos os pais e cuidadores a  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após receberem e assimilarem um diagnóstico de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/paralisia-cerebral-do-saber-cientifico-a-realidade-das-familias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral (PC)</a></strong>, a grande questão geralmente colocada pelas famílias é: “e agora?” Esse olhar para o futuro é muito bem-vindo, pois a criança com um quadro de PC tem toda uma vida pela frente!</p>
<p>Cabe então a nós, <a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>profissionais de saúde</strong></a>, ajudarmos os pais e cuidadores a organizarem uma miríade de dúvidas e questionamentos, e a balizarem as suas expectativas, em meio a um processo que envolve uma grande carga emocional – não raro cercada por sentimentos de culpa e/ou de impotência, que também precisarão ser trabalhados.</p>
<h2>Relacionamento duradouro</h2>
<p>Sendo assim, iniciar o acompanhamento de um paciente com <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4h1ZPQ3c1IY&amp;t=12s" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong> é, antes de tudo, colocar-se disponível para oferecer esse suporte. A evolução natural disso é uma parceria duradoura, entre toda uma <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/doutores/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">equipe multidisciplinar</a></strong> (que além do <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/doutores/simone-consuelo-de-amorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neurologista infantil</a></strong>, deverá envolver profissionais como <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psicoterapia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">psicoterapeutas</a></strong>, <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/terapia-ocupacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">terapeutas ocupacionais</a></strong>, fisioterapeutas, <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fonoaudiologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fonoaudiólogos</a></strong>, entre outros) e a família (mais a sua rede de apoio) engajada no processo.</p>
<p>A experiência clínica mostra-me todos os dias a importância dessa postura em <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/marcar-consulta/?med=Dra.%20Simone%20Amorim" target="_blank" rel="noopener noreferrer">consultório</a></strong>. Dessa forma, tenho pacientes que já acompanho há mais de uma década &#8211; e que vão evoluindo muito bem, dentro de suas possibilidades: seguem se desenvolvendo e, inúmeras vezes, nos surpreendendo!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1700" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-1024x683.jpg" alt="Dra. Simone Amorim - Paralisia Cerebral" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/08/2019_CLINICAVITA_2754.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Enquanto isso, aqueles pais, antes assustados (e até desesperados), muitas vezes acabam por se tornar verdadeiros “especialistas” no assunto, trazendo interessantíssimos <em>feedbacks</em> e experiências a cada consulta.</p>
<p>Mas essa interface não para por aí: atualmente, com a realidade da Internet em nossas mãos, o intercâmbio de informações ganha novas dimensões, que não podemos ignorar.</p>
<h2><strong>Canais para a troca de informações</strong></h2>
<p>Agora em agosto, participo como expositora em dois importantes eventos sobre Paralisia Cerebral (o “<strong><a href="https://nossacasa.org.br/2019/03/02/congressopc/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">I Congresso Internacional de Paralisia Cerebral</a></strong>”, em São Paulo, e o “<strong><a href="http://www.abenepi.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">V Congresso Internacional e XXV Brasileiro Congresso da ABENEPI &#8211; Associação Brasileira de Neurologia, Psiquiatria Infantil e Profissionais Afins</a></strong>”, em Vitória &#8211; ES). Darei aulas para profissionais da área, sentindo-me muito gratificada por ver como no meio científico o tema está pujante, recebendo atualmente grande atenção.</p>
<p>Porém, em meio à preparação de <em>slides</em> e de todo o material para esses eventos, dei-me conta de como esse nosso universo de termos técnicos, <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/paralisia-cerebral-do-saber-cientifico-a-realidade-das-familias/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">conceitos científicos</a></strong>, protocolos, etc. acaba fazendo parte também do vocabulário dos familiares de tantos pacientes. Hoje em dia, além daquilo que escutam nas consultas, as pessoas também vão buscar informações (nem sempre corretas e seguras) junto ao “Dr. Google”, nos grupos de ajuda nas redes sociais e por uma infinidade de canais <em>on-line</em>.</p>
<p>Eu, no lugar delas, faria a mesma coisa. E qual pai ou mãe não faria?</p>
<p>Por isso, sempre defendi a importância de nós, especialistas, encontrarmos tempo e meios para também estarmos presentes nesses canais. Na <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clínica Vita</a></strong>, que está completando 10 anos de atividades, nós sempre tivemos um <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blog</a></strong> e, agora, dedico-me também a este aqui, focado em temas mais específicos, onde vou compartilhar uma série especial dedicada à <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/entenda-por-que-a-paralisia-cerebral-apresenta-sintomas-tao-variados-entre-os-pacientes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paralisia Cerebral</a></strong>, abordando:</p>
<ul>
<li><strong><strong>Conceitos essenciais que todo pai de uma criança com PC precisa saber;</strong></strong></li>
<li><strong><strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/contracao-muscular-exagerada-e-tratada-com-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Espasticidade</a> &amp; <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/medica-esclarece-duvidas-de-telespectadores-sobre-distonia-em-programa-ao-vivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Distonia</a>: realidades da PC que podem ser mitigadas para uma melhor qualidade de vida;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>Os benefícios da <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Toxina Botulínica</a> nos tratamentos da Paralisia Cerebral;</strong></strong></li>
<li><strong><strong>Atrasos na fala/linguagem, hipotonia oromandibular e disfagia: a importância da <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fonoaudiologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonoaudiologia</a> no acompanhamento dos pacientes;</strong></strong></li>
<li><strong>Comorbidades mais comuns na Paralisia Cerebral e a ação da equipe multidisciplinar.</strong></li>
</ul>
<h2><strong>Encontros ao vivo</strong></h2>
<p>Além dessa nova série aqui no blog, em sintonia com muitas demandas por temas que me chegam pelos mais diferentes meios, a partir de agora teremos também pelo menos uma <em>live</em> por mês, via redes sociais. São encontros marcados para estarmos ao vivo no Facebook/Instagram, detalhando informações, esclarecendo dúvidas gerais e oferecendo orientações que ajudem aos interessados a se nortearem na sua busca por auxílio especializado.</p>
<p>Para acompanhar as nossas redes sociais, clique a seguir nos links do <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a></strong> e do <strong><a href="https://www.facebook.com/drasimoneamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a></strong>.</p>
<h2><strong>Série no YouTube</strong></h2>
<p>Há algum tempo, gravei também esta série de vídeos para o Youtube, detalhando diversos aspectos sobre a Paralisia Cerebral. Para quem ainda não viu, fica aqui o convite para conferir:</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Paralisia cerebral - VÍDEO I | Doutora Simone Amorim" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/4h1ZPQ3c1IY?start=12&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Distonias e tremores podem ser resolvidos com procedimentos cirúrgicos?</title>
		<link>https://mail.drasimoneamorim.com.br/distonias-e-tremores-podem-ser-resolvidos-com-procedimentos-cirurgicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 11:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
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		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[distoúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
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		<category><![CDATA[tremor essencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de todo este mês, dispus-me a responder questões específicas sobre distonia e espasticidade nas minhas redes sociais. Lá no meu Instagram e no meu Facebook temos uma série de cards e vídeos sobre esses temas. Mas eu não posso fechar esse ciclo sem dedicar um texto mais longo a um ponto que muitos  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo de todo este mês, dispus-me a responder questões específicas sobre <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/pacientes-tiram-suas-duvidas-sobre-sintomas-e-tratamento-da-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong> e <strong><a href="https://www.instagram.com/p/By-XTzlH3SN/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong> nas minhas <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">redes sociais</a></strong>. Lá no meu <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a></strong> e no meu <strong><a href="https://www.facebook.com/drasimoneamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a></strong> temos uma série de <em>cards</em> e vídeos sobre esses temas. Mas eu não posso fechar esse ciclo sem dedicar um texto mais longo a um ponto que muitos perguntam: o das cirurgias para esses casos.</p>
<p>Pacientes e familiares querem saber mais sobre “a tal DBS”, e isso nos leva diretamente ao conceito da <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Neuromodulação</strong></a> – algo relativamente novo no tratamento dos problemas neurológicos, mas com resultados muito animadores!</p>
<p>Basicamente, a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Neuromodulação</a></strong> consiste em procedimentos médicos capazes de produzir alterações no funcionamento cerebral, que resultam em melhorias no desempenho do Sistema Nervoso Central (cérebro/medula) e/ou Periférico (nervos periféricos). Isso pode ser feito de forma NÃO invasiva (como no caso do aparelho Magventure Magpro R20, com o qual trabalhamos na Clínica Vita) ou de forma invasiva, como no caso das cirurgias chamadas DBS.</p>
<p>No primeiro caso, as sessões são conduzidas por um <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neurologista</a></strong>, fisiatra ou fisioterapeuta. Já no caso da cirurgia, o procedimento é feito por um neurocirurgião especializado nessa área de distúrbios movimento e cirurgias funcionais.</p>
<p>Aqui no <em>site</em>, tenho uma página específica onde falo sobre a <strong>Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)</strong>, um procedimento não-invasivo. <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Para saber mais sobre ele, clique aqui no link</strong></a>.</p>
<div id="attachment_1652" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1652" class="wp-image-1652" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-1200x900.jpg" alt="" width="526" height="395" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-200x150.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-300x225.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-400x300.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-600x450.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-768x576.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-800x600.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-1024x768.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-1200x900.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052.jpg 1920w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /><p id="caption-attachment-1652" class="wp-caption-text">A EMT é uma forma não-invasiva de Neuromodulação. FONTE da imagem: acervo <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clínica Vita</a></p></div>
<p>Atendendo aos pedidos, hoje vou falar aqui um pouco mais sobre DBS. O termo vem do inglês: <em>deep brain stimulation, </em>que, numa tradução livre, significa estimulação cerebral profunda. Isso define bem o objetivo da intervenção, na qual o cirurgião implanta um eletrodo nos chamados núcleos de base do cérebro (áreas que controlam os movimentos) e um dispositivo subcutâneo, que será modulado ao longo do tratamento, a fim de estimular ou inibir a atividade cerebral, dependendo do objetivo que se quer alcançar em cada caso.</p>
<div id="attachment_1651" style="width: 546px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1651" class="wp-image-1651" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2.jpg" alt="" width="536" height="386" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-200x144.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-300x216.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-400x288.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-600x432.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-768x553.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-800x576.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2.jpg 1024w" sizes="(max-width: 536px) 100vw, 536px" /><p id="caption-attachment-1651" class="wp-caption-text">O DBS é um recurso cirúrgico, indicado em situações bastante específicas. FONTE da imagem: Google/diversas</p></div>
<p>Depois de se surpreenderem e se animarem com a existência de um procedimento cirúrgico com ótimos índices de resultados no controle de certos distúrbios do movimento, eis então um outro ponto surpreendente para grande parte dos pacientes e familiares: o de que a cirurgia, quando indicada, NÃO significa cura do problema, mas sim um TRATAMENTO, que exigirá continuidade por toda a vida e que, a depender da situação, também poderá continuar exigindo a realização da <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>terapêutica com toxina botulínica</strong></a> e a realização de terapias motoras (como <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/terapia-ocupacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Terapia Ocupacional</a></strong>, Fisioterapia, <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fonoaudiologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonoaudiologia</a></strong>, entre outras), por exemplo.</p>
<p><strong>Sendo assim, deixo abaixo listados alguns pontos que considero essenciais para a compreensão do que temos hoje em termos de resultados e expectativas possíveis no campo da Neuromodulação:</strong></p>
<ul>
<li>As técnicas de Neuromodulação, tanto as invasivas como as não-invasivas, resultam de importantes avanços tecnológicos obtidos pela Medicina nos últimos anos. Os níveis de resultados alcançados são os melhores possíveis, bem como a comprovada segurança dos procedimentos, após muitos anos de rigorosos estudos científicos;</li>
<li>Hoje, a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">terapêutica com toxina botulínica</a></strong> (substância mais popularmente conhecida como Botox) segue como tratamento de primeira linha para os casos de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/pacientes-tiram-suas-duvidas-sobre-sintomas-e-tratamento-da-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong> e <strong><a href="https://www.instagram.com/p/By-XTzlH3SN/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong>. Mas, em algumas situações, a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Neuromodulação</strong></a> pode ser indicada e, quando há essa indicação, os resultados costumam ser muito positivos;</li>
<li>Em geral, as cirurgias (DBS) são indicadas quando não há uma boa resposta do paciente aos tratamentos não-invasivos – o que geralmente ocorre em maior escala no caso de distonias causadas por determinadas doenças genéticas e tremores, especialmente no caso da Doença de Parkinson;</li>
<li>Em geral, a cirurgia melhora muito a qualidade de vida do paciente, mas é importante trabalhar as expectativas em relação ao procedimento, tendo em mente que se trata de um TRATAMENTO que exigirá continuidade;</li>
<li>Geralmente, o aparelho (DBS) NÃO é ligado logo após o procedimento cirúrgico. Após o implante, o médico costuma aguardar um período médio de até duas semanas de pós-operatório, para daí iniciar a modulação do aparelho;</li>
<li>A frequência dos ajustes do DBS é determinada pelo médico, que acompanhará de perto do paciente para observar que terapêuticas auxiliares indicar (<strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica</a></strong>, terapias motoras, etc).</li>
</ul>
<p><strong>Aqui nesta entrevista, mais ao fim do vídeo, também comento mais sobre DBS e a sua associação com os tratamentos convencionais:</strong></p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Distonia: entenda esse tipo de distúrbio" frameborder="0" width="1170" height="662" src="https://www.dailymotion.com/embed/video/x7a5xtv" allowfullscreen allow="autoplay"></iframe></div>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/distonias-e-tremores-podem-ser-resolvidos-com-procedimentos-cirurgicos/">Distonias e tremores podem ser resolvidos com procedimentos cirúrgicos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
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		<title>Entenda por que os sintomas da paralisia cerebral são tão variados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 00:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[agravo cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[anoxia]]></category>
		<category><![CDATA[causas da paralisia cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[complicações no parto]]></category>
		<category><![CDATA[crises convulsivas]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
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		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fisiatria]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Fonoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Paralisia Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas da paralisia cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento com Botox]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento com toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bastante abrangente, o termo paralisia cerebral(clicando aqui no link, veja uma série especial sobre o tema no meu canal do Youtube) suscita muitas dúvidas para a maior parte dos pais, familiares e demais envolvidos na rede de apoio dos pacientes com esse diagnóstico. Afinal, trata-se de uma condição que acomete a criança e que afeta o  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bastante abrangente, o termo <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4h1ZPQ3c1IY&amp;t=8s" target="_blank" rel="noopener">paralisia cerebral</a></strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4h1ZPQ3c1IY&amp;t=8s" target="_blank" rel="noopener">(clicando aqui no link, veja uma série especial sobre o tema no meu canal do Youtube)</a> suscita muitas dúvidas para a maior parte dos pais, familiares e demais envolvidos na rede de apoio dos pacientes com esse diagnóstico. Afinal, trata-se de uma condição que acomete a criança e que afeta o seu desenvolvimento, mas sempre com sintomas e implicações muito individualizados.</p>
<div id="attachment_1336" style="width: 568px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1336" class="wp-image-1336" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2019_CLINICAVITA_2723.jpg" alt="" width="558" height="372" /><p id="caption-attachment-1336" class="wp-caption-text">Cada caso de paralisia cerebral é único, com os seus próprios sinais, sintomas, desenvolvimento neurológico e resposta às terapêuticas propostas</p></div>
<p><strong><a href="https://vitaclinica.com.br/?s=paralisia+cerebral" target="_blank" rel="noopener">Paralisia cerebral</a></strong> é o termo que se usa para dizer que a criança sofreu uma lesão, um agravo ou uma malformação no sistema nervoso central, que compromete o seu pleno desenvolvimento. Esse comprometimento pode incluir: funções motoras e/ou fala e/ou cognição, além de poder gerar também crises convulsivas (epilepsia).</p>
<p>Contudo, o tipo de comprometimento, bem como a sua extensão, variam muito de caso para caso. Assim, se por um lado existem premissas comuns em relação ao diagnóstico da <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/sinais-motores-indicam-diferentes-tipos-de-paralisia-cerebral/" target="_blank" rel="noopener"><strong>paralisia cerebral</strong> (no vídeo aqui deste link falo sobre alguns sintomas mais específicos)</a> e sobre a condução desses casos, por outro, o prognóstico e a evolução variam muito de individuo para indivíduo.</p>
<p>Nenhum caso é igual ao outro &#8211; e essa é uma das principais razões pelas quais, cada vez menos, aceitamos a existência da paralisia cerebral como uma sentença de vida repleta de limitações e isolamento!</p>
<div id="attachment_1337" style="width: 595px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1337" class="wp-image-1337" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2019_CLINICAVITA_2728.jpg" alt="" width="585" height="390" /><p id="caption-attachment-1337" class="wp-caption-text">Além suporte multidisciplinar, não podemos jamais subestimar a importância da rede direta de apoio formada pela família, pelos cuidadores e pelas políticas de inclusão</p></div>
<p>Embora saibamos cada caso é único, hoje há um consenso de que a grande maioria desses pacientes necessita de terapêuticas diversas atuando em conjunto e de forma harmônica, a fim de que, dentro de suas possibilidades, essas pessoas possam melhorar o seu estado geral, ganhar maior conforto físico, ter ampliadas as suas condições e chances de desenvolvimento (ganhos motores, aprendizado, sociabilização, etc.) e alcançar a melhor qualidade de vida possível.</p>
<p>Sendo assim, a necessidade de um acompanhamento multidisciplinar é outro ponto em comum nos casos de paralisia cerebral. Com o <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica/" target="_blank" rel="noopener">neurologista infantil </a></strong>fazendo as vezes de um verdadeiro &#8220;maestro em uma grande orquestra&#8221;, o plano de tratamento costuma incluir também especialistas em áreas como: <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fisiatria/" target="_blank" rel="noopener">Fisiatria</a>, <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/ortopedia-e-traumatologia/" target="_blank" rel="noopener">Ortopedia</a>, <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/nutricao/" target="_blank" rel="noopener">Nutrição</a>, <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/nutricao/" target="_blank" rel="noopener">Fonoaudiologia</a>, <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fonoaudiologia/" target="_blank" rel="noopener">Psicologia</a>, <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/neuropsicologia/" target="_blank" rel="noopener">Neuropsicologia</a>, <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/terapia-ocupacional/" target="_blank" rel="noopener">Terapia Ocupacional</a>, Fisioterapia, entre outras.</p>
<p>À medida que o paciente evolui e que a idade avança, as necessidades e os tipos de suporte também têm de acompanhar essa evolução. É um acompanhamento permanente, que exige ajustes constantes.</p>
<p>Cabe ressaltar ainda que o ponto de partida nunca é idêntico para todos. Entre as principais razões para a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>paralisia cerebral</strong></a>, incluem-se situações como: malformação do sistema nervoso central, problemas durante a gestação, complicações no parto, anoxia neonatal, infecções congênitas, nascimento prematuro, infecções e/ou lesões durante a primeira infância. Logo, variam muito tanto as causas da paralisia cerebral, quanto as áreas do cérebro e funções afetadas em cada paciente.</p>
<p>Por outro lado, as respostas aos tratamentos e estímulos não são matemáticas. Temos, claro, o conhecimento de terapêuticas com grande eficácia, que são prescritas sempre que há necessidade e condições para esse tipo de indicação &#8211; como nos casos dos tratamentos com toxina botulínica para o tratamento da espasticidade, distonia, dor e salivação excessiva, fisioterapia motora, fonoterapia, tratamento de comorbidades como epilepsia com medicações anticonvulsivantes e/ou dieta cetogênica, distúrbios do sono e do comportamento.</p>
<p>Mas, sendo o cérebro e o sistema nervoso tão complexos e surpreendentes, inúmeras vezes somos surpreendidos com evoluções que superam em muito os prognósticos. Nesse sentido, além dos incontestáveis benefícios de um suporte terapêutico interdisciplinar <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/neuroreabilitacao-um-novo-olhar-para-o-paciente-cronico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>(aqui neste link falo mais especificamente sobre o conceito da Neurorreabilitação)</strong></a>, não podemos jamais subestimar a importância da rede direta de apoio: o entendimento e adaptação da família, a devida qualificação dos cuidadores diretos, bem como as políticas de inclusão são questões cruciais, que fazem, sim, toda a diferença!</p>
<p><strong>Veja também no meu canal do Youtube, uma série especial sobre Paralisia Cerebral</strong></p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Paralisia cerebral - VÍDEO V | Doutora Simone Amorim" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/P6t3BE0q8UM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Idosos se beneficiam de tratamentos com toxina botulínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 22:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Botox]]></category>
		<category><![CDATA[cuidadores de idosos]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[espasticidade]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[terapêutica com toxina botulínica]]></category>
		<category><![CDATA[toxina botulínica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na área da Neurorreabilitação, temos pacientes de TODAS as faixas etárias. Contudo, os idosos acabam por formar um público especialmente assistido, devido à grande recorrência de determinados quadros clínicos nessa faixa etária. Doença de Parkinson, Alzheimer e sequelas de AVC são algumas dessas situações de grande prevalência entre esses indivíduos, que, hoje, podem contar com  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na área da Neurorreabilitação, temos pacientes de TODAS as faixas etárias. Contudo, os idosos acabam por formar um público especialmente assistido, devido à grande recorrência de determinados quadros clínicos nessa faixa etária. Doença de Parkinson, Alzheimer e sequelas de AVC são algumas dessas situações de grande prevalência entre esses indivíduos, que, hoje, podem contar com uma gama de possibilidades terapêuticas para melhorar as suas condições gerais e qualidade de vida.</p>
<p>Tais cuidados passam por áreas como Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia e Fisioterapia, entre outras. Muitos familiares surpreendem-se também com a possibilidade dos tratamentos com toxina botulínica, mesmo no caso dos pacientes acamados. Nessas situações, o atendimento domiciliar é uma possibilidade a ser considerada.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1151" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/03/idosos.png" alt="" width="600" height="594" /></p>
<p>Nos estágios avançados da Doença de Parkinson, Doença de Alzheimer ou em casos de sequelas motoras extensas de AVC ou de traumatismo cranioencefálico, as aplicações de toxina botulínica são de grande importância para o tratamento e a redução da espasticidade (contratura exagerada dos músculos) e da distonia (contração exagerada e que cursa com alteração de postura). A toxina botulínica age também na redução da dor e permite, assim, um melhor manejo do paciente pelos seus cuidadores.</p>
<p>Com isso, temos menores riscos de fraturas, prevenção de deformidades ósseas, correção de posturas viciosas e facilitação dos cuidados de higienização. Com a melhoria nas suas condições gerais, a tendência é de que esse paciente também responda melhor aos demais processos terapêuticos a que estiver sendo submetido, como no caso dos exercícios fisioterápicos ou das atividades ocupacionais.</p>
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