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	<title>Arquivos Neuromodulação - Dra. Simone Amorim</title>
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	<description>Especialista em tratamentos com Toxina Botulínica na Neurologia.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov 2021 14:23:07 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Entenda como funciona a neuromodulação pós-AVC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 14:21:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[derrame cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[Neuromodulação]]></category>
		<category><![CDATA[neuromodulação pós-AVC]]></category>
		<category><![CDATA[pós-AVC]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o Ministério da Saúde, 13,5 milhões de pessoas no mundo têm um AVC. No Brasil, os registros alcançam 400 mil casos por ano. Assim como há casos que passam por isso sem sequelas, também existem os que precisam lidar com as consequências após a ocorrência do derrame. Para este segundo grupo, a neuromodulação pós-AVC  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ministério da Saúde</strong></a>, 13,5 milhões de pessoas no mundo têm um AVC. No Brasil, os registros alcançam 400 mil casos por ano. Assim como há casos que passam por isso sem sequelas, também existem os que precisam lidar com as consequências após a ocorrência do derrame. Para este segundo grupo, a <strong>neuromodulação pós-AVC</strong> tem sido um tratamento cada vez mais utilizado e com resultados bastante promissores junto a outras terapias complementares.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="AVC: Tipos, fatores de risco e primeiros sinais" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/uOYMtekR2vg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que é a neuromodulação</h2>
<p>Quando uma pessoa é acometida pelo AVC, diversas estruturas do cérebro são afetadas, impactando a sua funcionalidade e tudo o que dele depende, como raciocínio, fala, movimento, entre outros. É como se a cadeia de comando de nosso corpo sofresse uma pane em sua comunicação, afetando a direção e execução que se desmembra dela.</p>
<p>A depender do tipo e da gravidade do AVC, o nosso cérebro sempre é capaz de gerar novas conexões que permitem a recomposição parcial ou total de grande parte das perdas geradas pelo AVC. É o que chamamos de <a href="https://drasimoneamorim.com.br/como-acontece-a-neuroplasticidade-pos-avc/" target="_blank" rel="noopener"><strong>neuroplasticidade</strong></a>, em que os neurônios saudáveis buscam uma alternativa para “refazer” caminhos para que o nosso corpo volte a ter a capacidade de executar determinadas ações, como comer sozinho, segurar e mover objetos, falar corretamente, se vestir e caminhar.</p>
<p>Trata-se de um processo contínuo, cujo tempo irá depender de cada caso, mas que pode ser acelerado com a neuromodulação. Neste artigo, vou abordar o <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>tipo não invasivo</strong></a> (Estimulação Eletromagnética Transcraniana – EMT) que tenho inserido no tratamento de meus pacientes.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Acidente Vascular Cerebral (AVC): A vida do paciente depois do derrame" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-FLU91CYNAo?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Neuromodulação no tratamento pós AVC</h2>
<p>Antes de tudo, sempre é importante destacar que o tratamento após um <a href="https://drasimoneamorim.com.br/5-fatos-sobre-avc-que-voce-ainda-nao-sabe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>acidente vascular cerebral</strong></a> nunca será composto por apenas uma especialidade, afinal, como já citado aqui, quando o cérebro é atingido, diversas funções são afetadas. Por isso, as equipes multidisciplinares costumam ser integradas por fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos e neurologistas e fisiatras, que auxiliam o paciente na reabilitação quanto à fala, alimentação, coordenação motora e movimentos gerais.</p>
<p>A neuromodulação contribui para a <strong>melhora do desempenho motor</strong> e também da <strong>dor</strong>, agindo essencialmente no estímulo cerebral para a recuperação das atividades dos neurônios.</p>
<p>Para a função da mobilidade, a neuromodulação visa recompor a força e reduzir a espasticidade dos membros. No âmbito doloroso, o procedimento vai agir de forma a aumentar a função das vias que costumavam bloquear a dor para que se reestabeleçam ou encontrem um novo meio de desempenhar a função.</p>
<h2>Neuromodulação não invasiva: como funciona e quando é indicada</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-2172 alignleft" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-300x200.jpg" alt="" width="362" height="241" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-1536x1024.jpg 1536w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/11/2019_CLINICAVITA_2705-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" />Este procedimento é realizado por meio de um equipamento de alta tecnologia, cuja ação se dá por meio de campos eletromagnéticos que agem na superfície craniana e que vão em busca de modular as conexões (sinapses) mais superficiais do cérebro. Esses campos eletromagnéticos, por sua vez, ativam ou inibem (dependendo do caso) as conexões mais profundas. Neste tratamento, o estímulo eletromagnético pode atingir até 4cm de profundidade.</p>
<p>Aqui no consultório, eu trabalho com a versão mais moderna do equipamento Magventure Magpro R20. As sessões duram, em média, 40 minutos e o paciente fica acomodado em uma cadeira confortável e conectado ao aparelho. Durante a neuromodulação não invasiva não há incômodos, apenas uma leve vibração devido à liberação das ondas eletromagnéticas. O número de sessões varia conforme cada caso e protocolo, sendo definido de acordo com critérios médicos, até porque este procedimento apresenta resultados temporários e cada organismo reage de forma singular.</p>
<p>Além de casos pós-AVC, a neuromodulação pode ser indicada para outras doenças neurológicas e distúrbios psiquiátricos, como depressão, dependência química, transtorno bipolar, distúrbios cognitivos, enxaqueca, epilepsia, doença de Parkinson, distonia, dores crônicas etc. (veja a lista completa <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>A mensagem que quero deixar é que existe mais de uma opção que visa melhorar a qualidade de vida do paciente que sofreu um AVC para que ele possa <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/avc-da-prevencao-a-reabilitacao/" target="_blank" rel="noopener">retomar</a></strong> o papel que exercia antes do evento da melhor maneira possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></span></p>
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		<title>Como acontece a neuroplasticidade pós-AVC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 19:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os nossos órgãos estão conectados de alguma forma, por isso quando ocorre uma falha em alguns deles, podemos ter reflexo em outros. Isso nos permite compreender porque funções essenciais são comprometidas quando o cérebro, o rim ou o pâncreas é acometido por algum problema. Quando há ocorrência de um AVC, por exemplo, temos um  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os nossos órgãos estão conectados de alguma forma, por isso quando ocorre uma falha em alguns deles, podemos ter reflexo em outros. Isso nos permite compreender porque funções essenciais são comprometidas quando o cérebro, o rim ou o pâncreas é acometido por algum problema. Quando há ocorrência de um AVC, por exemplo, temos um desdobrar de possíveis disfunções, que passam pela cognição, fala, mastigação e movimentos de membros.</p>
<p>Conhecido popularmente como derrame cerebral, o AVC acontece quando o sangue encontra dificuldade para chegar ao cérebro, interferindo na passagem de oxigênio e outros nutrientes. Sua ocorrência também está ligada ao rompimento de um vaso sanguíneo, que leva à hemorragia cerebral. O primeiro tipo é o que chamamos de <strong>AVC isquêmico</strong>, enquanto o segundo &#8211; como a própria denominação propõe -, é o <strong>AVC hemorrágico.</strong></p>
<p>A boa notícia diante de um quadro de AVC, a depender do tipo e gravidade, é que o nosso cérebro conta com um trunfo que é a <strong>neuroplasticidade,</strong> ou seja, uma capacidade de gerar novas conexões que permitem a recomposição total ou de grande parte das perdas geradas pela doença.</p>
<p>Traduzindo, a neuroplasticidade é a forma que os neurônios saudáveis encontram de “refazer” antigos caminhos para que o nosso corpo volte a ter a capacidade de executar determinadas ações, como comer sozinho, segurar e mover objetos, falar corretamente, se vestir e caminhar.</p>
<p>É um processo demorado, variando caso a caso, mas que pode ser acelerado com as terapias de reabilitação.</p>
<h2><strong>Como estimular a neuroplasticidade pós-AVC</strong></h2>
<p>O primeiro passo para estimular a neuroplasticidade se dá a partir da condução, o mais breve possível, das terapias de reabilitação a partir de um médico neurologista ou fisiatra, que irá avaliar as condições e necessidades do paciente para o desdobramento dos demais profissionais que possam somar ao tratamento com a fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, entre outras, e que poderão ter o suporte de medicações especiais, orais e injetáveis.</p>
<p>A importância da brevidade pela reabilitação se dá para conter os processos degenerativos, especialmente de contratura e atrofia dos membros, muito comum na ocorrência do AVC e que apresenta excelente resposta com a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-toxina-botulinica/" target="_blank" rel="noopener">toxina botulínica A</a></strong>.</p>
<p>Outra técnica com resultados bastante promissores para a neuroplasticidade é a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>neuromodulação não-invasiva</strong></a>, realizada pela <strong>Estimulação Magnética Transcraniana</strong> (EMT) e que atua emitindo ondas eletromagnéticas capazes de alterar o padrão o funcionamento cerebral para melhorar o desempenho do sistema nervoso central (cérebro/medula) e/ou sistema nervoso periférico (nervos periféricos).</p>
<h2><strong>Como somar às terapias de neuroplasticidade em casa</strong></h2>
<ol>
<li><strong>Rotinas do dia a dia –</strong> Dedicar-se, à medida do possível, à prática das atividades da casa e do autocuidado, como a própria higiene, o se vestir, se alimentar e algum tipo de passatempo, como o cultivo de plantas.</li>
<li><strong>Animais –</strong> Manter contato com bichos de estimação que possam estimular a interação e até a movimentação dentro de casa.</li>
<li><strong>Música –</strong> Ouvir música promove conexões neurais, melhora o humor e pode até estimular o paciente a dançar, dentro de suas capacidades. Quando existe um ritmo externo que dita a frequência dos movimentos eles tendem a acontecer mais naturalmente. Se o canto também for promovido ele contribui como forma de exercício respiratório que agrega para musculatura orofaríngea.</li>
</ol>
<p>O importante é saber que todo estímulo é bem-vindo, por menor que ele seja, e quanto mais constante e prazeroso for, melhor será o processo de recuperação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
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		<title>Vídeos e muita troca de ideias on-line sobre Neurologia e saúde!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 10:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[Clínica Vita]]></category>
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		<category><![CDATA[Neurofisiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Neurologia Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem não tem a vida corrida hoje em dia, não é mesmo? No meu caso, além de atender a uma intensa agenda no consultório, sempre que possível, procuro estar presente também em aulas, workshops, congressos e encontros de especialistas - pois considero esse intercâmbio muito importante para a atividade médica - e, em paralelo, faço  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não tem a vida corrida hoje em dia, não é mesmo? No meu caso, além de atender a uma intensa agenda no <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">consultório</a></strong>, sempre que possível, procuro estar presente também em aulas, <em>workshops</em>, congressos e encontros de especialistas &#8211; pois considero esse intercâmbio muito importante para a atividade médica &#8211; e, em paralelo, faço questão de manter uma interação direta e constante com aqueles que me acompanham em meus canais de comunicação. É uma rotina de ritmo intenso e, por isso, resolvi adotar um novo e mais ágil modelo de entrega de conteúdos nas minhas redes sociais, por meio dos vídeos publicados simultaneamente no <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a></strong> e no <a href="https://www.facebook.com/drasimoneamorim/?ref=bookmarks" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Facebook. </strong></a>Desde o fim do ano passado tenho feito e gostado dessa experiência.</p>
<div id="attachment_1873" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1873" class="wp-image-1873" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20191207-WA0002-768x1024.jpg" alt="Dra Simone Amorim - vídeos para esclarecer dúvidas de pacientes" width="625" height="833" /><p id="caption-attachment-1873" class="wp-caption-text">Conversa de consultório: pacientes e familiares solicitam temas sobre os quais falamos na Internet</p></div>
<p>Calma, vamos manter também as postagens de textos aqui no blog, pois neles tenho condições de oferecer explicações mais detalhadas, sem contar a vantagem de vocês poderem fazer pesquisas e encontrarem com mais facilidade as informações que desejam, sobre temas específicos.</p>
<p>Contudo, o ritmo de produção de artigos fica sempre aquém das demandas de assuntos que recebo. Daí este convite para que vocês também acompanhem lá pelos <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>vlogs</em></a></strong> as nossas trocas diárias de informações.</p>
<p>A meta é contarmos com murais dinâmicos, que possam oferecer esclarecimentos objetivos sobre as principais dúvidas que as pessoas me enviam. Nos últimos vídeos informativos, por exemplo, esclareci algumas dúvidas que recebi sobre o coronavírus ( <b>clique aqui para assistir</b>) e, durante as chuvas que assolaram São Paulo neste comecinho de semana, também trocamos importantes informações.</p>
<p>Agora, já no finzinho da semana, falamos (via <em>stories</em>) sobre riscos da perigosa brincadeira das rasteirinhas, que se tornou viral nas escolas do país nesta volta às aulas e que pode causar traumatismos graves e até levar a óbito!</p>
<p>Em geral, utilizo os meus fins de expediente ou o comecinho da manhã para gravar esses breves vídeos, pautando-me pelas sugestões de temas que muitos de vocês me enviam e em assuntos pertinentes em voga na rede, sobre os quais nós, especialistas, podemos ter algo a esclarecer e/ou acrescentar.</p>
<p>A minha defesa da Internet como meio de difusão de informações médicas de forma credível, responsável e acessível aos pacientes não é nova. Há pelo menos oito anos alimentamos o <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog da Vita</a></strong> e a <a href="https://www.facebook.com/clinicavitaoficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Página da Vita</strong></a> no <strong><a href="https://www.facebook.com/drasimoneamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a></strong>, sendo que ao longo do tempo, senti também a necessidade de abrir os meus próprios canais, para poder tratar de temas mais específicos.</p>
<p>Vejo, portanto, como algo muito positivo o fato das pessoas estarem cada vez mais ativas e participativas nas redes sociais. Mas penso que isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade como profissionais de Saúde, nos obrigando a oferecer atempadamente as respostas que os nossos pacientes e seus familiares buscam.</p>
<p>Para minha alegria, tenho recebido um <em>feedback</em> sempre muito acolhedor a esses movimentos. A cada vídeo postado, são muitas as pessoas que se sentem encorajadas a falar e buscar orientações para as suas questões. Nos comentários, isso permite um importante intercâmbio de experiências entre os próprios pacientes, ajudando, no mínimo, a entenderem que não estão sozinhos em suas buscas e também na conscientização sobre a importância de um suporte profissional adequado.</p>
<p>Gosto de pensar que, de alguma forma, isso contribui para evitar que o espaço virtual seja ainda mais ocupado pela disseminação de informações falsas e imprecisas – que, em grande parte das vezes, mais desinformam e desorientam a quem tanto precisa.</p>
<h2>Como assistir</h2>
<p>Mesmo quem está fora das redes sociais pode acompanhar as nossas postagens diretamente aqui pelo Blog, pois agora contamos também com uma área na nossa Home Page, que permite a visualização desse material. Já para nos seguir diretamente na rede, basta clicar aqui no ícone do <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a></strong> ou do <a href="https://www.facebook.com/drasimoneamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a> ou, então, buscar diretamente por @drasimoneamorim.</p>
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		<title>Precisamos falar sobre saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2020 17:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Janeiro Branco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo destas duas primeiras décadas do Século XXI, temos vivido dias sem precedentes em termos de acesso à tecnologia, comunicação, conectividade e bens materiais. Paradoxalmente, nunca a solidão foi tão prevalente e impactante entre a população dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, e nunca tivemos índices tão altos de problemas psicoemocionais.  Nunca os  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo destas duas primeiras décadas do Século XXI, temos vivido dias sem precedentes em termos de acesso à tecnologia, comunicação, conectividade e bens materiais. Paradoxalmente, nunca a <strong><a href="https://www.instagram.com/p/B7A7iTfHivo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">solidão</a></strong> foi tão prevalente e impactante entre a população dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, e nunca tivemos índices tão altos de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/fim-de-ano-quando-o-estresse-a-ansiedade-batem-recordes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">problemas psicoemocionais</a></strong>.</p>
<div id="attachment_1863" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1863" class="wp-image-1863 size-full" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-1.jpg" alt="saúde mental - janeiro branco" width="680" height="453" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-1-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-1-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-1-400x266.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-1-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-1.jpg 680w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><p id="caption-attachment-1863" class="wp-caption-text">Nunca os índices de solidão e depressão foram tão altos nas sociedades desenvolvidas ou em desenvolvimento</p></div>
<p>Isso significa que precisamos fazer profundas revisões no nosso estilo de vida? Sem dúvida!</p>
<p>Mas o curso da História anda para frente, e rejeitar toda a evolução tecnológica tivemos até aqui não me parece ser a solução. Apesar de hoje existirem diversos movimentos mundo afora que defendem isso – atacando, inclusive, a própria Ciência -, penso que o único caminho positivo a seguir seja justamente o de aprendermos a utilizar tudo o que está aí a nosso favor.</p>
<h2><strong>Novos paradigmas</strong></h2>
<p>E como faremos isso? Primeiramente, entendendo melhor as nossas necessidades como seres humanos: parando de minimizar a nossa sede real por convívio, afetos, aceitação e pertencimento, por exemplo. Admitindo que sofrer, ter medos, angústias e questões emocionais a serem resolvidas não é motivo de vergonha ou algo menos importante do que os cuidados que precisamos ter com o corpo.</p>
<p>A conscientização a esse respeito já é um processo em curso, conseguindo importantes provocações nos debates no espaço público, com o grande mérito de, pouco a pouco, fazer com que as pessoas percam o receio de falar sobre <a href="https://drasimoneamorim.com.br/health-and-wellness/a-importancia-do-suporte-psicoemocional-na-neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>depressão</strong></a> e <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/transtornos-mentais-exigem-abordagem-multidisciplinar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>transtornos mentais</strong></a> de uma forma geral.</p>
<p>Uma das importantes ações nesse sentido é a campanha <a href="https://janeirobranco.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Janeiro Branco</strong></a>, que há pelo menos sete anos propõe iniciativas em torno dos esclarecimentos sobre saúde mental.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1864" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-1024x353.png" alt="" width="1024" height="353" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-200x69.png 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-300x104.png 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-400x138.png 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-600x207.png 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-768x265.png 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-800x276.png 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-1024x353.png 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa-1200x414.png 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/saude-mental-faixa.png 1359w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Neste ano, a frase <strong>“Precisamos falar sobre saúde mental”</strong> é um convite direto aos especialistas no assunto, para que se engajem em atividades de <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratar-a-depressao-inclui-o-desafio-de-vencer-preconceitos-e-estigmas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>psicoeducação</strong></a>. Ou seja: estamos todos convocados para o desafio de fazer as pessoas entenderem que saúde é um estado geral de bem-estar físico, social, mental e emocional – e não apenas ausência de doenças. Além disso, é preciso também orientar sobre COMO e COM QUEM buscar os tratamentos mais adequados e seguros.</p>
<h2><strong>Descobertas</strong></h2>
<p>Se há um campo em que grandes descobertas têm sido feitas nos últimos anos é o da <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/campanha-defende-o-direito-aos-cuidados-de-saude-mental/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>saúde mental</strong></a> e da sua estreita relação com a saúde global do organismo. Hoje temos tratamentos de ponta, como a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Neuromodulação (Estimulação Magnética Transcraniana – EMT)</strong></a>, onde, por meio de ondas eletromagnéticas, sem qualquer tipo de processo invasivo, conseguimos em poucas sessões a melhoria no estado depressivo do paciente.</p>
<div id="attachment_1865" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1865" class="size-large wp-image-1865" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-1024x683.jpg" alt="EMT / Neuromodulação - Tratamento da depressã" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2019_CLINICAVITA_2705.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1865" class="wp-caption-text">A Neuromodulação (Estimulação Magnética Transcraniana) é um tratamento de ponta disponível contra a depressão</p></div>
<p>Muitas vezes, a <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>EMT</strong></a> pode até eliminar a necessidade de uso de medicações. Mas essas, por sua vez, também têm evoluído, com o surgimento de drogas de ações mais específicas e com menos efeitos colaterais. Atualmente, já e possível inclusive avaliar por meio de exames de sangue a qual medicamento o indivíduo pode responder melhor em seu tratamento.</p>
<p>Enquanto isso, a <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psicoterapia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Psicoterapia</strong></a> segue com o seu papel crucial no suporte e acompanhamento desses pacientes, com as diversas linhas de abordagens feitas por <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psicoterapia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>psicólogos</strong></a> e <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psiquiatria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>psiquiatras</strong>,</a> sob criteriosos protocolos de conduta.</p>
<p>Ao mesmo tempo, nos consultórios de todas as especialidades vai se consolidando a visão de que além daquilo que revelam os exames laboratoriais e de imagem, precisamos OUVIR o paciente e saber como ele se sente e se posiciona em seu meio ambiente. Afinal, já não são poucos os estudos que mostram os impactos da <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/solidao-um-vilao-para-a-sua-saude-comparavel-ao-tabagismo-e-a-obesidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">solidão</a></strong> no aumento de riscos de AVC, infarto e hipertensão arterial, por exemplo. Em se tratando de <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/depressao-o-que-esperar-dos-tratamentos-disponiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">depressão</a></strong>, então, ninguém tem mais dúvidas sobre o seu poder devastador sobre toda a saúde.</p>
<p>Sendo assim, cada vez mais trabalhamos de forma multidisciplinar. E cada vez mais torna-se evidente que, diante do mundo desenhado à nossa volta, mais que cuidar de doenças, todo o aparato tecnológico e científico que temos à nossa disposição precisa ser colocado para cuidar de pessoas!</p>
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		<title>Fim de ano: quando o estresse a ansiedade batem recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 14:19:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[EMT]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[fim de ano]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Neuromodulação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eis mais uma grande contradição da vida moderna: o fim de ano, período de celebrações e que, em tese, serviria para desacelerarmos e prepararmos o caminho para o Novo Ano, é a época de maior carga de ansiedade e estresse entre a nossa população. Esse fenômeno - que, por sinal, também observo nos atendimentos que  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis mais uma grande contradição da vida moderna: o fim de ano, período de celebrações e que, em tese, serviria para desacelerarmos e prepararmos o caminho para o Novo Ano, é a época de maior carga de <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ansiedade</strong></a> e <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/o-estresse-e-outros-fatores-silenciosos-de-risco-para-o-coracao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>estresse</strong></a> entre a nossa população. Esse fenômeno &#8211; que, por sinal, também observo nos atendimentos que realizo em consultório neste período – já tem sido inclusive alvo de alguns estudos.</p>
<div id="attachment_1857" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1857" class="wp-image-1857 size-large" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-1024x683.jpg" alt="Dra Simone Amorim - Clínica Vita" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2536.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1857" class="wp-caption-text">A ansiedade é um sintoma comum observado entre os pacientes durante os períodos de fim e começo de um novo ano</p></div>
<p>Um levantamento realizado pela unidade brasileira do <a href="http://www.ismabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Internacional Stress Management Association</strong></a> (Isma-Brasil), por exemplo, mostra que o nível de <a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/como-passar-pelas-festas-sem-crise-de-enxaqueca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>estresse</strong></a> entre a população sobe, em média, 75% em dezembro. Há também um interessante estudo da <a href="https://www.unifesp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)</strong></a>, no qual quase metade dos pacientes internados em UTI por doenças de fígado, coração, pulmão e estômago, apontou o <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/sente-se-angustiado-no-natal-saiba-que-voce-nao-esta-sozinho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Natal</strong></a> como o evento mais estressante ocorrido ano anterior ao surgimento do seu problema de saúde.</p>
<p>Curioso isso, não?!</p>
<p>Há muitas especulações a respeito das razões para os abalos emocionais experimentados com o fim de ano. Dentre elas, temos: sensação de tempo que “escorre” entre os dedos, frustração por não ter conseguido fechar as metas pessoais traçadas para o período, além das pressões para cumprir metas e entregar resultados no trabalho.</p>
<p>Somam-se a isso os gastos fora do orçamento e, muitas vezes, uma agenda de atividades sociais que se impõe, independentemente da vontade, da disposição e/ou das condições da pessoa para confraternizar.</p>
<p>E há ainda o reverso da moeda: as pessoas que gostariam de ter com quem comemorar, mas sentem com força o baque de uma vida solitária nesta altura do ano. A solidão hoje já é vista como uma questão de Saúde Pública (conforme podemos conferir aqui neste artigo do <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/solidao-um-vilao-para-a-sua-saude-comparavel-ao-tabagismo-e-a-obesidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Blog da Vita</strong></a>).</p>
<p><strong>Há algo mais</strong></p>
<p>Mas, vamos lá: é mais do que natural que um período tão cheio de eventos e atividades fora da rotina, de fato nos traga um certo grau de <a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/como-passar-pelas-festas-sem-crise-de-enxaqueca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>estresse</strong></a>. Porque, na verdade, tudo que foge ao habitual faz com que o nosso cérebro dispare inconscientemente sinais de alerta para todo o organismo, deixando-nos “estressados”.</p>
<p>O que é preocupante, contudo, é lidarmos com isso de forma negativa, encarando o encerramento de um ciclo com profunda melancolia e/ou vivenciando a perspectiva de iniciar uma nova fase com grande tensão e medo, a ponto de surgirem até doenças físicas e mentais.</p>
<p>O que está acontecendo conosco? Tudo isso faz crer que há algo mais, para além dos gatilhos disparados nesta época especial.</p>
<p><strong>Preocupação da OMS</strong></p>
<p>Diz uma das brincadeiras mais compartilhadas na Internet nestas últimas semanas que, “quem não deu uma boa surtada em 2019, é porque não viveu este ano direito”. Realmente, em termos de conjuntura geral no país e no mundo, os tempos que correm não têm sido fáceis para ninguém!</p>
<p>Não é por acaso que a <a href="https://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Organização Mundial de Saúde (OMS)</strong></a> alerta que, em 2020, a <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratar-a-depressao-inclui-o-desafio-de-vencer-preconceitos-e-estigmas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>depressão</strong></a> será a doença mais incapacitante em todo o mundo.</p>
<p>Isso já é uma realidade e não devemos nos esquecer de que, normalmente, a <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/depressao-e-uma-doenca-e-exige-tratamento-especializado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ansiedade</strong></a> (os pensamento acelerado, a dificuldade para relaxar, as preocupações que tiram o sono e os sintomas físicos de uma vida constantemente sob tensão) é o primeiro estágio de um processo depressivo – que pode ser devastador, se não tiver o acompanhamento adequado.</p>
<p><strong>Perspectivas e tratamentos</strong></p>
<p>Acontece que, se temos mais diagnósticos, é também porque hoje temos melhores meios para identificar e tratar quadros que sempre fizeram parte da realidade das pessoas, mas que antes eram minimizados e/ou estigmatizados. Talvez, o que mais precisemos mudar é a nossa reação diante deles.</p>
<p>Atualmente existe uma luta assertiva e muito positiva pelo reconhecimento dos cuidados de saúde mental. Considero isso um movimento muito importante!</p>
<div id="attachment_1858" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1858" class="size-large wp-image-1858" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-1024x683.jpg" alt="EMT / Neuromodulação - tratamento da depressão" width="1024" height="683" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-200x133.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-300x200.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-400x267.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-600x400.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-768x512.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-800x533.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-1024x683.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643-1200x800.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2019_CLINICAVITA_2643.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1858" class="wp-caption-text">Neuromodulação / EMT na Clínica Vita: tecnologia de ponta para o tratamento da depressão, ansiedade e quadros associados</p></div>
<p>Na <a href="https://vitaclinica.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Clínica Vita</strong></a>, desde 2018 investimos na <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Neuromodulação</strong></a> para o tratamento da <a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/como-funciona-a-estimulacao-magnetica-para-tratar-a-depressao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>depressão</strong></a>, além dos suportes nas áreas de <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psicoterapia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Psicoterapia</strong></a> e <a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/psiquiatria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Psiquiatria</strong></a>, que sempre tivemos. Buscar um tratamento de ponta para aliar aos nossos serviços tradicionais foi algo que veio ao encontro da nossa missão de “oferecer serviços de Medicina com alta qualidade e eficiência”, porque saúde é um conceito integral, no qual os cuidados com a mente e com o emocional são tão importantes quanto os cuidados com o corpo!</p>
<p>Em 2020, falaremos muito sobre isso! Até lá, por favor, cuidem-se muito bem neste finalzinho de 2019!</p>
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		<title>Distonias e tremores podem ser resolvidos com procedimentos cirúrgicos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 11:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia para distonia]]></category>
		<category><![CDATA[DBS]]></category>
		<category><![CDATA[distonia]]></category>
		<category><![CDATA[distoúrbios do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[EMT]]></category>
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		<category><![CDATA[terapêutica com toxina botulínica]]></category>
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		<category><![CDATA[tremor essencial]]></category>
		<category><![CDATA[tremores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de todo este mês, dispus-me a responder questões específicas sobre distonia e espasticidade nas minhas redes sociais. Lá no meu Instagram e no meu Facebook temos uma série de cards e vídeos sobre esses temas. Mas eu não posso fechar esse ciclo sem dedicar um texto mais longo a um ponto que muitos  [...]</p>
<p>O post <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br/distonias-e-tremores-podem-ser-resolvidos-com-procedimentos-cirurgicos/">Distonias e tremores podem ser resolvidos com procedimentos cirúrgicos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mail.drasimoneamorim.com.br">Dra. Simone Amorim</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo de todo este mês, dispus-me a responder questões específicas sobre <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/pacientes-tiram-suas-duvidas-sobre-sintomas-e-tratamento-da-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong> e <strong><a href="https://www.instagram.com/p/By-XTzlH3SN/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong> nas minhas <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">redes sociais</a></strong>. Lá no meu <strong><a href="https://www.instagram.com/drasimoneamorim/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a></strong> e no meu <strong><a href="https://www.facebook.com/drasimoneamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Facebook</a></strong> temos uma série de <em>cards</em> e vídeos sobre esses temas. Mas eu não posso fechar esse ciclo sem dedicar um texto mais longo a um ponto que muitos perguntam: o das cirurgias para esses casos.</p>
<p>Pacientes e familiares querem saber mais sobre “a tal DBS”, e isso nos leva diretamente ao conceito da <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Neuromodulação</strong></a> – algo relativamente novo no tratamento dos problemas neurológicos, mas com resultados muito animadores!</p>
<p>Basicamente, a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Neuromodulação</a></strong> consiste em procedimentos médicos capazes de produzir alterações no funcionamento cerebral, que resultam em melhorias no desempenho do Sistema Nervoso Central (cérebro/medula) e/ou Periférico (nervos periféricos). Isso pode ser feito de forma NÃO invasiva (como no caso do aparelho Magventure Magpro R20, com o qual trabalhamos na Clínica Vita) ou de forma invasiva, como no caso das cirurgias chamadas DBS.</p>
<p>No primeiro caso, as sessões são conduzidas por um <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">neurologista</a></strong>, fisiatra ou fisioterapeuta. Já no caso da cirurgia, o procedimento é feito por um neurocirurgião especializado nessa área de distúrbios movimento e cirurgias funcionais.</p>
<p>Aqui no <em>site</em>, tenho uma página específica onde falo sobre a <strong>Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)</strong>, um procedimento não-invasivo. <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Para saber mais sobre ele, clique aqui no link</strong></a>.</p>
<div id="attachment_1652" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1652" class="wp-image-1652" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-1200x900.jpg" alt="" width="526" height="395" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-200x150.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-300x225.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-400x300.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-600x450.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-768x576.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-800x600.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-1024x768.jpg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052-1200x900.jpg 1200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_9052.jpg 1920w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /><p id="caption-attachment-1652" class="wp-caption-text">A EMT é uma forma não-invasiva de Neuromodulação. FONTE da imagem: acervo <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clínica Vita</a></p></div>
<p>Atendendo aos pedidos, hoje vou falar aqui um pouco mais sobre DBS. O termo vem do inglês: <em>deep brain stimulation, </em>que, numa tradução livre, significa estimulação cerebral profunda. Isso define bem o objetivo da intervenção, na qual o cirurgião implanta um eletrodo nos chamados núcleos de base do cérebro (áreas que controlam os movimentos) e um dispositivo subcutâneo, que será modulado ao longo do tratamento, a fim de estimular ou inibir a atividade cerebral, dependendo do objetivo que se quer alcançar em cada caso.</p>
<div id="attachment_1651" style="width: 546px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1651" class="wp-image-1651" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2.jpg" alt="" width="536" height="386" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-200x144.jpg 200w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-300x216.jpg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-400x288.jpg 400w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-600x432.jpg 600w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-768x553.jpg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2-800x576.jpg 800w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2019/06/DBS-2.jpg 1024w" sizes="(max-width: 536px) 100vw, 536px" /><p id="caption-attachment-1651" class="wp-caption-text">O DBS é um recurso cirúrgico, indicado em situações bastante específicas. FONTE da imagem: Google/diversas</p></div>
<p>Depois de se surpreenderem e se animarem com a existência de um procedimento cirúrgico com ótimos índices de resultados no controle de certos distúrbios do movimento, eis então um outro ponto surpreendente para grande parte dos pacientes e familiares: o de que a cirurgia, quando indicada, NÃO significa cura do problema, mas sim um TRATAMENTO, que exigirá continuidade por toda a vida e que, a depender da situação, também poderá continuar exigindo a realização da <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>terapêutica com toxina botulínica</strong></a> e a realização de terapias motoras (como <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/terapia-ocupacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Terapia Ocupacional</a></strong>, Fisioterapia, <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/especialidades/fonoaudiologia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fonoaudiologia</a></strong>, entre outras), por exemplo.</p>
<p><strong>Sendo assim, deixo abaixo listados alguns pontos que considero essenciais para a compreensão do que temos hoje em termos de resultados e expectativas possíveis no campo da Neuromodulação:</strong></p>
<ul>
<li>As técnicas de Neuromodulação, tanto as invasivas como as não-invasivas, resultam de importantes avanços tecnológicos obtidos pela Medicina nos últimos anos. Os níveis de resultados alcançados são os melhores possíveis, bem como a comprovada segurança dos procedimentos, após muitos anos de rigorosos estudos científicos;</li>
<li>Hoje, a <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">terapêutica com toxina botulínica</a></strong> (substância mais popularmente conhecida como Botox) segue como tratamento de primeira linha para os casos de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/sem-categoria/pacientes-tiram-suas-duvidas-sobre-sintomas-e-tratamento-da-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong> e <strong><a href="https://www.instagram.com/p/By-XTzlH3SN/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espasticidade</a></strong>. Mas, em algumas situações, a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neuromodulacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Neuromodulação</strong></a> pode ser indicada e, quando há essa indicação, os resultados costumam ser muito positivos;</li>
<li>Em geral, as cirurgias (DBS) são indicadas quando não há uma boa resposta do paciente aos tratamentos não-invasivos – o que geralmente ocorre em maior escala no caso de distonias causadas por determinadas doenças genéticas e tremores, especialmente no caso da Doença de Parkinson;</li>
<li>Em geral, a cirurgia melhora muito a qualidade de vida do paciente, mas é importante trabalhar as expectativas em relação ao procedimento, tendo em mente que se trata de um TRATAMENTO que exigirá continuidade;</li>
<li>Geralmente, o aparelho (DBS) NÃO é ligado logo após o procedimento cirúrgico. Após o implante, o médico costuma aguardar um período médio de até duas semanas de pós-operatório, para daí iniciar a modulação do aparelho;</li>
<li>A frequência dos ajustes do DBS é determinada pelo médico, que acompanhará de perto do paciente para observar que terapêuticas auxiliares indicar (<strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/tratamento-com-botox/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">toxina botulínica</a></strong>, terapias motoras, etc).</li>
</ul>
<p><strong>Aqui nesta entrevista, mais ao fim do vídeo, também comento mais sobre DBS e a sua associação com os tratamentos convencionais:</strong></p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Distonia: entenda esse tipo de distúrbio" frameborder="0" width="1170" height="662" src="https://www.dailymotion.com/embed/video/x7a5xtv" allowfullscreen allow="autoplay"></iframe></div>
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		<title>Causas, tratamentos e diagnósticos dos distúrbios do movimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2019 00:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distúrbios do movimento são aqueles quadros caracterizados por movimentos anormais ou excessivos, que não podem ser controlados pela pessoa. Eles acontecem devido algum problema no funcionamento do sistema nervoso, e podem afetar muito a capacidade funcional do paciente, bem como a sua qualidade de vida. Inúmeras doenças cursam com distúrbios do movimento, seja como sintoma  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Distúrbios do movimento são aqueles quadros caracterizados por movimentos anormais ou excessivos, que não podem ser controlados pela pessoa. Eles acontecem devido algum problema no funcionamento do sistema nervoso, e podem afetar muito a capacidade funcional do paciente, bem como a sua qualidade de vida.</p>
<p>Inúmeras doenças cursam com distúrbios do movimento, seja como sintoma inicial, seja com a evolução do quadro clínico. A lista de patologias que podem acarretar esses sintomas é enorme, indo desde problemas congênitos ou agravos durante o nascimento a doenças neurodegenerativas e traumas. Por isso, além de sabermos diagnosticar corretamente as causas dos distúrbios motores, precisamos estar preparados para tratá-los.</p>
<p>Hoje temos uma enorme gama de alternativas de tratamentos, que passam por: medicações orais, injetáveis (com destaque para a terapêutica com toxina botulínica), procedimentos específicos como a Neuromodulação não-invasiva/estimulação magnética transcraniana (EMT) e até técnicas cirúrgicas convencionais e de estimulação cerebral profunda, além de abordagens complementares diversas nas áreas de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, entre outros.</p>
<p>Promoção da qualidade de vida e de melhores níveis de autonomia para os pacientes são as palavras-chave nesses casos – lembrando sempre que os resultados são individualizados e que contam para isso diversas variáveis, a começar pelo quadro clínico específico de cada um.</p>
<p><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tremores-tiques-distonias-e-outros-disturbios-do-movimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Aqui neste link falo mais detalhadamente sobre alguns dos distúrbios do movimento mais comuns</strong></a></p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<ul>
<li>Os distúrbios do movimento podem ser classificados em hipocinéticos (com redução dos movimentos) ou hipercinéticos (com aumento dos movimentos);</li>
<li>Os distúrbios do tipo hipercinético são caracterizados por movimentos anormais, excessivos e involuntários, tais como: tremores, distonias, coreias, balismos, mioclonias e combinações variadas entre eles. Eles acontecem devido a perda da inibição do sistema nervoso central, e podem afetar muito a capacidade funcional do paciente, bem como a sua qualidade de vida;</li>
<li>É comum ainda a associação de dor, principalmente nos casos de <strong><a href="https://vitaclinica.com.br/blog-da-vita/tratamento-de-ponta-para-a-distonia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">distonia</a></strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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