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	<title>Arquivos recuperação depois de um AVC - Dra. Simone Amorim</title>
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	<description>Especialista em tratamentos com Toxina Botulínica na Neurologia.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Oct 2021 14:45:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>5 fatos sobre AVC que você ainda não sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças neurológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus em pacientes neurológicos]]></category>
		<category><![CDATA[derrame cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[possíveis sequelas do AVC]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação depois de um AVC]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas do AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se vamos falar sobre Acidente Vascular Cerebral (AVC), é imprescindível relembrar que os sinais mais comuns costumam ser perda súbita de força e/ou formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um ou nos dois olhos; forte dor de cabeça. Há outras informações valiosas  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se vamos falar sobre <strong>Acidente Vascular Cerebral (AVC)</strong>, é imprescindível relembrar que os sinais mais comuns costumam ser perda súbita de força e/ou formigamento no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de falar; perda de visão repentina em um ou nos dois olhos; forte dor de cabeça. Há outras informações valiosas que pouco são mencionadas, por isso trouxe neste texto. Vamos lá?</p>
<h2>1. Existe recuperação depois de um AVC</h2>
<p>Com o atendimento emergencial imediato, o neurologista pode analisar as possíveis sequelas, as funções acometidas e iniciar, também com brevidade e se for o caso, os tratamentos de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener">reabilitação</a></strong>.</p>
<p>As <a href="https://drasimoneamorim.com.br/avc-da-prevencao-a-reabilitacao/" target="_blank" rel="noopener"><strong>possíveis sequelas</strong></a> após a ocorrência de um acidente vascular cerebral podem ser motoras, neurológicas e emocionais, tais como:</p>
<ul>
<li>Depressão;</li>
<li>Desequilíbrio;</li>
<li>Dificuldade na localização espacial;</li>
<li>Dificuldade para falar, comer, engolir a própria saliva;</li>
<li>Espasticidade;</li>
<li>Impaciência;</li>
<li>Isolamento;</li>
<li>Paralisia facial;</li>
<li>Perda de memória (podendo ser definitiva ou não);</li>
<li>Problema para se expressar;</li>
<li>Redução de mobilidade;</li>
<li>Sensação de ardência no lado paralisado.</li>
</ul>
<p>Isso significa que, além do acompanhamento neurológico, precisará do suporte da fonoaudiologia, da terapia ocupacional e da fisioterapia para retomar as funções de fala, mastigação, coordenação motora e movimentação geral.</p>
<p>A <strong>espasticidade</strong>, que se apresenta com a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EEStXMe_PC8&amp;list=PL46LWjNZGOa0yyWOY4C1tXSivVmKjsxur" target="_blank" rel="noopener"><strong>rigidez muscular</strong></a> ou espasmos dos membros, tende a evoluir se não receber a atenção adequada e no tempo certo, tornando o paciente incapaz de realizar atividades simples &#8211; como tomar banho, escovar os dentes e comer.</p>
<p>Para esses casos, a fisioterapia tem a <a href="https://drasimoneamorim.com.br/indicacoes-da-toxina-botulinica-nas-disfuncoes-neurologicas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>toxina botulínica tipo A</strong></a> como aliada. A medicação deve ser aplicada por neurologista ou fisiatra nos membros afetados de 4 em 4 meses a fim de promover o relaxamento muscular. Assim, aumentará o relaxamento muscular do membro e a mobilidade do indivíduo.</p>
<p>Além dos benefícios da recuperação da função, a terapia ainda reduz os quadros de dor provocados pela contratura constante dos membros. Seguindo corretamente os protocolos do tratamento, o paciente acometido pelo AVC pode recuperar mais rapidamente a sua autonomia, com a possibilidade de reintegração de suas atividades e da sua qualidade de vida.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Acidente Vascular Cerebral (AVC): A vida do paciente depois do derrame" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-FLU91CYNAo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>2. Existe mais de um tipo de AVC</h2>
<p>Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral acontece quando o sangue encontra dificuldade para chegar ao cérebro, interferindo na passagem de oxigênio e outros nutrientes. Sua ocorrência também está ligada ao rompimento de um vaso sanguíneo, que leva à hemorragia cerebral. O primeiro tipo é o que chamamos de AVC isquêmico, enquanto o segundo – como a própria denominação propõe -, é o AVC hemorrágico. O isquêmico é o mais comum, responsável por 80% dos casos. Já o hemorrágico, que acomete os 20% restantes, é o tipo mais perigoso de AVC devido ao maior risco de morte e sequelas severas à pessoa.</p>
<h2>3. É possível ter AVC mais de uma vez</h2>
<p>O paciente que teve um AVC apresenta de 25 a 30% mais chances de desenvolver um segundo evento. Para reduzir as possibilidades de nova ocorrência, tratar as causas iniciais e aderir hábitos saudáveis de vida são estratégias fundamentais.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="O paciente pode ter AVC (derrame cerebral) mais de uma vez?" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/-WGG-FWSBkM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<h2>4. Coronavírus pode aumentar a chance de um acidente vascular cerebral e piora das sequelas</h2>
<p>Apesar de estarmos convivendo com a covid-19 há mais de um ano e meio, ainda estamos assimilando como ela age nos mais diferentes perfis de pessoas, incluindo <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/covid-19-impactos-do-virus-e-das-vacinas-em-pacientes-com-doencas-neurologicas/" target="_blank" rel="noopener">pacientes neurológicos</a></strong>. O que entendemos é que as manifestações mais comuns a todos são perda do olfato e paladar, tontura, confusão mental, dor de cabeça e, nos casos mais graves, acidente vascular cerebral. Esta última intercorrência se deve ao fato de que o coronavírus ocasiona uma vasta inflamação dos vasos sanguíneos, facilitando a ocorrência do popular derrame.</p>
<p>A World Stroke Organization (WSO) realizou um levantamento que apontou uma queda global de mais de 60% nos atendimentos de AVC após o início do isolamento social. Isso porque as pessoas passaram a sentir medo de contrair a covid-19 ao visitar hospitais. Além disso, muitas pessoas relaxaram nos cuidados gerais com a saúde, deixando de praticar atividade física e consumindo mais alimentos ricos em gordura.</p>
<p>Tudo isso contribui para o aumento de ocorrências e agravo de sequelas, que podem levar os pacientes à dependência total de outras pessoas e ao desenvolvimento de demência, por exemplo.</p>
<h2>5. É possível prevenir o AVC</h2>
<p>Como expliquei acima, a prática de maus hábitos pode reverberar negativamente na saúde do paciente. Portanto, buscar o equilíbrio é necessário para contribuir com o bom funcionamento do corpo. Consumir alimentos ricos em nutrientes, beber bastante água, se exercitar, não abusar de bebidas alcoólicas, evitar tabagismo e realizar consultas anuais para check up são manobras fundamentais para prevenção do acidente vascular cerebral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este conteúdo visa informar e não substitui a orientação de um especialista. Consulte o seu médico para esclarecer quaisquer dúvidas e realizar diagnósticos.</em></p>
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