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	<title>Arquivos West - Dra. Simone Amorim</title>
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	<description>Especialista em tratamentos com Toxina Botulínica na Neurologia.</description>
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		<title>O que é e como tratar a síndrome de West?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Simone Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 18:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento contra a Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Neurorreabilitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é e como tratar a síndrome de West? - Dra. Simone Amorim  Condição rara que se apresenta dentro das doenças epilépticas, a síndrome de West se desenvolve a partir dos primeiros meses de vida da criança - 90% antes do primeiro ano. Entre suas características estão crises com espasmos bem peculiares,  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1946" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1946" class="wp-image-1946 size-large" src="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-e-e-como-tratar-a-sindrome-de-West-Dra.-Simone-Amorim-1024x681.jpeg" alt="O que é e como tratar a síndrome de West? - Dra. Simone Amorim" width="1024" height="681" srcset="https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-e-e-como-tratar-a-sindrome-de-West-Dra.-Simone-Amorim-300x199.jpeg 300w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-e-e-como-tratar-a-sindrome-de-West-Dra.-Simone-Amorim-768x511.jpeg 768w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-e-e-como-tratar-a-sindrome-de-West-Dra.-Simone-Amorim-1024x681.jpeg 1024w, https://drasimoneamorim.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-e-e-como-tratar-a-sindrome-de-West-Dra.-Simone-Amorim-1536x1021.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1946" class="wp-caption-text">O que é e como tratar a síndrome de West? &#8211; Dra. Simone Amorim</p></div>
<p>Condição rara que se apresenta dentro das doenças epilépticas, a síndrome de West se desenvolve a partir dos primeiros meses de vida da criança &#8211; 90% antes do primeiro ano. Entre suas características estão crises com espasmos bem peculiares, a interrupção do desenvolvimento neuropsicomotor e uma alteração bem definida na atividade cerebral, possível de ser identificada no exame de eletroencefalograma.</p>
<p>Os espasmos costumam ser bem rápidos, em questão de segundos e muito frequentemente ao acordar, seguidos de algum componente comportamental da criança, como risos, choros ou outros sons involuntários, além da perda da consciência. Foram estas características que levaram o médico clínico <strong><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/William_James_West" target="_blank" rel="noopener">W. J. West</a></strong>, no ano de 1841, a relatar com pesar os sintomas que se apresentavam em seu filho. A descrição em uma carta foi direcionada para uma das mais tradicionais publicações científicas de medicina, a <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Lancet" target="_blank" rel="noopener">revista Lancet</a></strong>, que está até hoje em circulação. Este também foi o motivo pelo qual a síndrome recebeu o nome do médico.</p>
<p>No início, esses sintomas podem passar desapercebidos pelos pais, sendo vistos como algo natural do bebê. No entanto, com o passar do tempo é possível identificar a anormalidade dos movimentos e comportamento frente às crises, especialmente pelo aumento da sua incidência e intensidade, que acabam desencadeando outras evoluções como a perda de tônus muscular e a regressão do desenvolvimento neuropsicomotor da criança.</p>
<h4><strong>Sinais de alerta de impacto no desenvolvimento</strong></h4>
<ul>
<li>Dificuldade de o bebê sustentar o pescoço após os dois meses de idade;</li>
<li>Incapacidade para se movimentar lateralmente aos quatro meses de idade;</li>
<li>Impossibilidade de sustentação do corpo sentado aos seis meses.</li>
</ul>
<p>Importante observar que, em alguns casos, a criança pode ter seguido com o seu desenvolvimento normal nos primeiros meses, mas perder a função adquirida em virtude da evolução da síndrome.</p>
<h4><strong>Causas da síndrome de West</strong></h4>
<p>A síndrome de West pode ter diversas origens, que vão desde condições genéticas, onde a mais comum é a esclerose tuberosa, até desencadeantes externos como: complicações no parto que levam a falta de oxigenação cerebral, infecções do sistema nervoso central, hemorragias ou malformações intracranianas.</p>
<p>Embora a origem não seja um fator determinante para o estabelecimento do diagnóstico, em alguns casos ele pode somar para o fechamento do quadro, essencialmente quando as ocorrências externas citadas acima forem apresentadas junto da história do paciente e seus sintomas.</p>
<p>A conclusão, no entanto, é confirmada pelo exame de eletroencefalograma, onde se apresenta uma alteração generalizada na condução elétrica do cérebro conhecida como hipsarritmia.</p>
<h4><strong>Síndrome de West tem cura?</strong></h4>
<p>A síndrome de West ainda não tem cura, a exemplo de outras condições epiléticas. Seu tratamento consiste em acompanhamento contínuo e multidisciplinar, ou seja, com a integração de diversas especialidades profissionais para o seu manejo a partir do seu médico de base, o<strong> <a href="https://drasimoneamorim.com.br/a-medica-2/" target="_blank" rel="noopener">neurologista</a></strong>.</p>
<p>Ainda passa por medicamentos específicos, como hormônios adrenocorticotróficos, corticosteroides e antiepilépticos, que têm a função de conter a ocorrência de crises e seus danos, às terapias de <strong><a href="https://drasimoneamorim.com.br/especialidades/neurorreabilitacao/" target="_blank" rel="noopener">neurorreabilitação</a></strong> de fala, cognição e movimentos, importantes para recuperar e evitar perdas funcionais no desenvolvimento da criança.</p>
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